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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pausa para o intervalo



Durante um tempo não teremos postagens. Sabe como é, exercícios físicos às vezes cansam um pouco. Vamos dar aquele aquecimento e voltaremos em breve. Aguardem e continuem torcendo por este blog campeão!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Como são escalados os jogadores da "seleção"

Não é nada como a maioria esmagadora dos torcedores da "seleção" brasileira de futebol pensam. Parem de romantismo! Futebol é negócio e para garantir lucros, muitas atitudes têm que ser tomadas. A escalação dos jogadores para um jogo, por exemplo.

Se pensam que os jogadores são escalados pela competência, estão redondamente enganados. Nem é o técnico que realmente escolhe os jogadores. São os patrocinadores, que escolhem os jogadores que têm mais poder de marketing, que tenham mais carisma com a torcida.

Aliás, um jogador nem precisa ser bom para que a "seleção" vença: pode até jogar mal, pois a CBF paga para os adversários perderem nos jogos mais importantes, onde a vitória é condição absoluta. Para o jogador, basta fazer aquela "dancinha" de sambista para garantir o visual do espetáculo, dando a impressão de que está dando um "show de bola".

Em tempos em que na música quem faz sucesso nem sempre é bom artista, mas sim um bom marqueteiro, resolveram adotar a mesma filosofia no futebol também. Na escalação das novelas da Rede Globo - acionista da CBF - isso ocorre também.

Futebol é acima de tudo um espetáculo , feito para agradar a plateia, que espera um roteiro padronizado e um final sempre feliz. Os donos do "circo" nunca medem esforços nem ética para fazerem o que a plateia esfomeada deseja.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A idolatria da Seleção Brasileira de Futebol

A Seleção Brasileira de Futebol parece a realeza da Inglaterra:

- Ganha muito dinheiro sem fazer nada de realmente importante
- Não governa o país, mas é tratado como se governasse
- Enchem os noticiários com besteirol mas são levados à sério pelos mesmos notíciários
- É amada e idolatrada pela população como se fosse Deus por motivos ilógicos

Ridículo esse nosso país que dá bola a gente tão fútil e inútil.

Publicado originalmente em 02/06/2009.

domingo, 10 de julho de 2011

As celebridades que não curtem futebol

Celebridades são a vitrine dos meios de comunicação. Eles funcionam, mesmo involuntariamente, como uma espécie de porta-vozes dos meios onde trabalham. Nada mais coerente, com isso, de que as celebridades ostentem um estilo de vida que seus chefes querem que a população siga. Celebridades são frequentemente exemplo e modelo de como a população deve agir no seu dia-a-dia.

Por isso, a maioria das celebridades são orientadas a defender ideias, gostos e estilos de vida que estejam de acordo com o que a mídia quer empurrar goela abaixo da população brasileira, fazendo que, com a adesão das celebridades, certos hábitos ganhem um status alto, dando a impressão de que os famosos são "gente como a gente", ao mesmo tempo que dá um caráter de "chique" para certos costumes: "nossa como aquele ator adora fungar no nariz! Vou fazer o mesmo", diria um popular.

Por isso mesmo, todo o esforço é feito para que nada fuja dos interesses dos grandes donos dos meios de comunicação. Se alguma celebridade assumir algum comportamento "subversivo", pode ser ruim para a manutenção dos interesses mesquinhos dos donos da mídia, que acima de tudo, são tão capitalistas que qualquer banqueiro.

E não estou falando do sexo sem controle e do consumo de drogas. Isso não incomoda mais o sistema; pelo contrário: serve ainda mais para manter a população presa na alienação. Falo de outros costumes, outras ideias, que possam fazer a população se esclarecer e largar a tão sonhada futilidade.

Vamos focar no futebol, já que é assunto deste blog. A maioria esmagadora das celebridades, goste de fato ou não, sempre é vista nas festas de jogos de futebol, sobretudo durante as copas. Eu falei na série sobre a sociabilização, que o futebol é um meio de fazer a pessoa se sentir incluída na sociedade, o que garante a quase unanimidade que o esporte tem em nossa sociedade.

E essa suposta unanimidade é o maior desejo das classes dominantes de nosso país, pois enxergam no futebol uma ótima oportunidade de manter a população ocupada e conformada com os problemas que nunca são resolvidos. para isso é necessário transformar o futebol em algo muito superior ao de um simples esporte: um dever social e até cívico. A razão de ser do brasileiro.

Essa importância exagerada dada ao futebol garante ainda mais o fanatismo, gerando uma quase unanimidade, já que por ser a "razão de ser do brasileiro", todo cidadão tem a obrigação de aderir ao futebol. Não aderir chega a ser ofensivo, na opinião de muitos: uma desobediência aos deveres pátrios. Se a população tem que aderir, é necessário que as celebridades façam o mesmo para continuar estimulando a população a se manter na hipnose futebolística. Mas será que todas as celebridades aderem?

Como eu falei, a maioria esmagadora sempre se apressa em arrumar um time "do coração" como se fosse um número do RG para se sentir incluído na sociedade. Quando se deixa uma lacuna vazia na seguinte pergunta: "qual é o seu time", já causa estranhamento, transformando o não-torcedor em uma antipático e muitas vezes visto como "ameaça" ao "bem estar" da sociedade.

Mas toda regra deve ter a sua exceção e algumas celebridades "antipáticas" tiveram a coragem de nadar contra a monstruosa correnteza futebolística.

As celebridades que não curtem futebol

O número de celebridades que nem estão aí para o esporte de Pelé são pouquíssimas, mas nada são a nulidade esperada pelos meios de comunicação, sobretudo para a Rede Globo, acionista da CBF.

O ator Daniel Del Sarto é o mais famoso entre as celebridades anti-futebosteiras. Ele já declarou estar de saco cheio de futebol em inúmeras entrevistas. O que deve ser difícil para ele, pois ele é contratado da Globo e atua na Turma do Didi, que de vez em quando toca no assunto de futebol, já que a maior parte do elenco é boleira. Um ator de uma das recentes temporadas de Malhação, Rael Barja, é outro corajoso que admitiu a aversão ao esporte mais popular no país. Esses em copa, devem sofrer muito.

Na copa de 2002, Carla Lamarca disse, em pleno ar, em um programa, frases de desincentivo à adesão à copa. Realmente a copa é uma monotonia só e Carla soube muito bem destacar a monotonia de copa. Outra celebridade que parece ser contra o culto à "gorduchinha" é o "gorduchinho" João Gordo, que fez um excelente vídeo criticando a alienação futebolística durante a copa de 2010.

São esses os verdadeiros guerreiros que assumem sua personalidade e vontade própria, não aderindo gratuitamente a preferência das massas justamente por saber que não é necessário gostar de futebol para viver feliz no Brasil e ter orgulho de ser brasileiro.

O verdadeiro brasileiro é corajoso, sabe o que quer e não se submete à vontade das massas.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Detesto quando associam futebol com valores progressistas

Tudo bem que o futebol é legal, diverte, faz o tempo passar. Mas associar o futebol a valores considerados progressistas é um sinal enorme de alienação, que não consegue nem mesmo entender a natureza do próprio esporte.

Como curtir o esporte é considerado obrigatório em nosso país, encanaram que pessoas de todos os tipos passem a gostar de esporte, não apenas seu público alvo.

Assim, dá-lhe roqueiros, esquerdistas, rebeldes e o escambau a defender o fanatismo futebolístico, sem se lembrar que jogadores de futebol odeiam rock e que cartolas são sempre direitistas e corruptos. E não há nenhum jogador de futebol que seja rebelde, já que todos trabalham sem abalar as estruturas de poder que regem nosso sistema político-social. pelo contrário, até estimulam a manutenção dessas estruturas.

Mas é confortável a associação com valores progressistas, pois facilita ainda mais a ilusão de unanimidade que a apreciação de futebol aparenta ter.

A Rede Globo, grande difusora e legisladora do fanatismo futebolístico, há muito tempo não toca samba em programas e reportagens sobre futebol. Para que o mesmo não fique associado como "esporte de sambista" e com isso, espante outras "tribos" e elimine a desejada pseudo-unanimidade.

Mas para mim, o futebol sempre será um esporte popularesco, graças as suas características e ao seu sempre fiel público alvo. Se nem todos os torcedores possam ser considerados bregas, todos os bregas sempre gostam de futebol. Isso é uma certeza e para isso não há exceção.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um marco histórico para a revista Capricho!



Esse número é um marco na história da revista.

É o primeiro número da Capricho que estampa um feioso analfabeto na capa, onde normalmente aparecem ou galãs ou musas.

Será que a revista encalhou? Ou será que as adolescentes compraram para espantar pernilongo?

Porque se essa coisa feia é considerada um "galã", então estamos perdidos. Estamos perto do fim do mundo.

Se já não bastasse ele ser excessivamente valorizado só porque corre atrás de uma bolinha e atira em uma trave. Como se isso pudesse favorecer o desenvolvimento do Brasil.

Bola fora da Capricho, que perdeu tempo e gastou dinheiro com essa nulidade inútil, que só é valorizada porque somos uma nação de sonhadores sem auto-estima e senso do ridículo.

Aliás, senso do ridículo é algo que o distinto jogador não conhece, pois vive com um penteado patético em sua oca cabecinha.

Somente garotas burras e sem senso estético e senso do ridículo para achar esse cara um "galã".

Só uma nação falida e inferiorizada supervaloriza um nada como o Neymar. Um mero bobo-da-corte que nada faz de produtivo para o país. Apenas diverte e nada mais.

País que deveria na verdade é valorizar intelectuais e cientistas, que realmente trabalham para desenvolver o nosso país.

Grande coisa correr atrás de uma bolinha...

O tempo sabe o que vai fazer com ele.

domingo, 3 de julho de 2011

A alienação do futebol

OBS: Mais um texto alheio que posto aqui para vocês. O futebol é válido como esporte, lazer, mas quando ele é levado a sério demais, quando é associado a dever social, patriotismo, gerando uma falsa unanimidade, ele passa a ser nocivo, desviando a população da realidade e substituindo a alegria que a população não consegue buscar de outra forma, resultando numa verdadeira ditadura do futebol que acaba por ofuscar outros esportes e outras atividades.

O Brasil dará um gigantesco salto quando parar de superestimar o futebol, reconhecendo como mera fonte de diversão (nada além disso) e compreender que nem todos são obrigados a gostar dele, merecendo viver numa democracia esportiva que pudesse entender as diferenças.

A alienação do futebol

Por Edilson - blog Artigos, etc.

Sinceramente não sei dizer o que é mais impressionante, se o poder de alienação do Estado ou a capacidade de se deixar alienar do povo brasileiro.

È perfeitamente normal para crianças, adolescentes ou até mesmo mulheres ou gays carentes passarem o seu precioso domingo correndo atrás de jogadores de futebol. Mas para homens adultos, pais de família, é simplesmente ridículo.

Ainda não conseguir descobrir qual o prazer de perder duas horas da minha vida em frente a uma TV ou num campo de futebol contemplando a horrível cena de um monte de machos suados e robustos correndo atrás de uma bola. Pela minha lógica, é bem melhor ficar na praia vendo um monte de mulheres gostosas e seminuas.

Só mesmo um excelente aparelho alienante para conseguir isso. Não é pra menos, na década de 70, a ditadura militar, constatando a falta de idealismo e de patriotismo do povo brasileiro, frente às constantes provas de uma pátria madrasta, solicitou a composição de uma música focada no futebol, única coisa ainda não ruim que tinha pra mostrar. Daí surgiu o famoso “Cento e vinte milhões em ação…” levando uma alienada multidão ao delírio patriótico. Com isso, todas as outras questões essenciais, como, saúde, educação, desemprego, foram esquecidos. O brasileiro virou patriota do dia pra noite. Mais um ponto pra ditadura.

Atualmente a ditadura veste roupagem de “democracia” e continua necessitando dessa ferramenta para fins políticos.

Quem sai lucrando com isso são os jogadores de futebol, os donos dos times, a imprensa em geral e as empresas que anunciam seus produtos. Os coitados dos alienados, conhecidos popularmente como “torcedores” só levam a pior. Gastam muitas vezes o dinheiro que não têm, passam o dia gritando “É… cam-pe-ãooooooooo…”, carregam nas costas os jogadores suados e outros torcedores, carregam pesadas bandeiras num sol de rachar, levam porrada da polícia, dentre outros “prazeres do futebol”.

Enquanto isso, os “heróis” desfrutam de hotéis quatro estrelas e de belas mulheres.

Tamanha babaquice não tem limites. Aonde se chega se houve a pergunta: “E aí, viu o jogo”? A imprensa não veicula mais notícias, apenas as inúteis informações sobre futebol: “Porque Zezinho ta machucado, porque Dadinho ta com o joelhinho inchado…” Tenha dó, né?

Com a verba utilizada na construção de estádios, para fins de realização da copa do mundo em nosso país, dava para construir casas populares para uma infinidade de pessoas e ainda investir na educação e saúde, que continuam capengas.

Se o povo brasileiro valorizasse o trabalhador da mesma forma que valoriza o jogador de futebol, nossa realidade não seria tão miserável. O próprio operariado, apesar de sua consciência indicar que o seu ofício é um milhão de vezes mais importante do que os feitos dos jogadores de futebol e que para isso, recebe um milhão de vezes menos que os jogadores, mesmo assim, aplaude os jogadores como se estivessem produzindo algo essencial para o país. Que outra denominação podemos dar a isso?

O povo brasileiro precisa se valorizar e acordar, sair da adolescência, deixar essas babaquices no passado e ocupar-se de coisas úteis, que traga algum retorno promissor para sua vida.

sábado, 2 de julho de 2011

A "seleção" deveria ter vencido em 2010. E não é para agradar torcedores

Estive pensando. Era melhor a "seleção" ter vencido a copa de 2010 na África do Sul. Ia ser chato ver todo mundo de amarelo, berrando, tocando vuvuzelas e falando muita asneira. Mas era mesmo melhor ter vencido. Para o bem da "nação"? Nada disso.

Vocês se lembram do episódio da entrevista que Dunga não quis dar aos repórteres que trabalham para o seu patrão (a empresa Organizações Globo é a dona da CBF, saibam disso) e que rendeu um enorme bafafá? Os cartolas decidiram que para desmoralizar o Dunga, que desobedeceu ordem superiores - talvez estipuladas em contrato -, deveriam deixar a "seleção" perder, para que Dunga, e não a Rede Globo, saísse de vilão no episódio.

E aí, aconteceu: ao encontrar a primeira seleção que não era fraca, a da Holanda, os amarelos levaram uma surra, seguindo o oposto do script costumeiro dos jogos (a "seleção" amarela perde no início, faz suspense e vira no segundo tempo, ganhando no final), ameaçando ganhar no inicio e perdendo no final do jogo. Desta vez não houve mutreta, Galvão e Ricardo Teixeira largaram os "joysticks", para que os amarelos perdessem.

Mesmo que os amarelos jogassem bem e tentassem ganhar, aí a mutreta entraria para favorecer o outro lado, já que a derrota, neste caso, era ruim para Dunga e excelente para a Globo, que não sairia de vilã na copa.

Vitória da "seleção" desmoralizaria a Rede Globo e patrocinadores

E se a "seleção" tivesse ganho a copa de 2010? Ficaria difícil acusar Dunga, já que a derrota ocorrida foi a desculpa para jogar a população contra o técnico, ainda mais que a maioria é formada por gente sem informação, de baixa escolaridade e altíssima credulidade.

Com a vitória, Dunga sairia fortalecido, as denúncias contra a Rede Globo e os amigos-cartolas teriam vazado, todos descobririam que as vitórias anteriores eram forjadas e o futebol poderia entrar em uma fase de honestidade, algo que a derrota não permitiu, pois cada vez mais tomamos conhecimento de manipulação de resultados nos esportes, devidamente escondidos pela mídia compactuada com os cartolas e patrocinadores.

Mas a realidade mostra que Dunga nunca foi vilão. Foi na verdade um misto de herói e vítima. Herói, por ter enfrentado a poderosa Vênus Platinada, a hipnotizante Rede Globo, que manda até nos costumes sociais de nossa população. Vítima, porque foi colocado numa emboscada que o desmoralizou injustamente, além de perpetuar e consagrar os conchavos que fazem do futebol o esporte mais corrupto deste país.

Pala primeira e talvez única vez, uma situação em que a vitória da "seleção" iria realmente beneficiar o nosso país.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tem gente que foi feita para ser feliz

Mike Comrie não é um jogador de futebol, e sim de hockey, esporte bem impopular na Terra Brasilis. Mas não faz mal. Dá no mesmo. Esportista é esportista: tudo igual, aquela truculência, o físico avantajado e cérebro tão ativo quanto um pedaço de rocha. Há exceções, mas exceções quase não aparecem.

E sabe quem é casada com Mike Comrie? Essa perfeição da natureza que atende pelo nome de Hilary Duff: uma mulher linda, gostosona, simpática, charmosa, talentosa, etc., etc., e etc.

Como é que uma doçura como Duff não se casou com um cara mais legal? Como eu, por exemplo.

Mike Comrie foi feito para ser feliz. Resta saber se ele é realmente capaz de fazer os outros felizes, pois o traste deixou os fãs da Hilary bastante infelizes.