Seguidores

terça-feira, 26 de abril de 2011

Globo Esporte testa - de brincadeirinha - nova apresentadora



Na intenção de fazer uma homenagem justa, a equipe do Globo Esporte fez uma pegadinha para a belíssima jogadora de vôlei Suelle onde ela seria testada como nova apresentadora do Globo esporte.

Apesar de ter sido uma saudável brincadeira, ela levou jeito para a coisa, além de ter uma baita estampa, com mais de 1,80 de pura beleza.

Com um pouco de treino, temos a certeza de que ela se sairá bem na função. Tomara.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Caio Martins será demolido em prol da especulação imobiliária

Apesar de não curtir futebol, acho válida a existência do esporte, desde que não estimule o fanatismo e não saia de sua função puramente lúdica. Quando o futebol passa a ser muito mais do que realmente é, como acontece no Brasil aí é nocivo.

Mas eu concordo e até defendo o fato de que o futebol tenha o seu espaço. Fiquei muito feliz coim a construção do Engenhão, que pareceu supérflua para muitos, mas se tornou um importante polo de lazer para uma localidade carente deste tipo de edificação.

Por isso mesmo, encarei como uma péssima notícia a demolição do estádio Caio Martins, que fica a pouquíssimas quadras de onde moro. Dá para andar da minha casa até lá em menos de 5 minutos.

Segundo a notícia vinculada na primeira página do jornal O Dia, o estádio dará lugar a vários prédios. O quê? Mais prédios. Na redondeza existem muitas obras em andamento e gostaria de saber se o bairro onde eu moro terá infra-estrutura para tanto prédio. pelo menos área de lazer decente não terá mais.

O ginásio foi palco de vários concertos musicais e atrações de vários tipos. Recentemente foi cenário de um show conjunto com Maria Gadú e Maria Rita Mariano.

O estádio também tinha cursos gratuitos de natação e basquete, além da escolinha do time do Botafogo. Como os praticantes desse esporte vão conseguir continuar com suas atividades, sem o estádio? Muita gente será prejudicada com a demolição.

Porque não construir um estádio moderno no lugar? Será que não perceberam que essa opção de lazer fará falta a cidade? Poderia até transformar o Caio Martins em um a espécie de clube (como era o Clube Baneb vizinho a minha última residência em Salvador, que curiosamente também será demolido para dar lugar a prédios).

Nunca se construiu tanto prédio como nos últimos tempos e isso é o que une Salvador a Niterói, pois nestas duas cidades há uma explosão incontrolável - e talvez irresponsável - da fúria imobiliária que se dá a fazer prédios e mais prédios, uns atrás dos outros, ignorando infra-estrutura e também as consequências do excesso de moradores em um terreno diminuto.

De qualquer modo, é um dos símbolos de Niterói e uma das principais opções de lazer que dará seu adeus. Ficamos todos tristes com isso e como a mídia não interveio, ninguém até agora tomou iniciativa para evitar o fim do estádio.

E nem o fanatismo futebolístico apareceu para se rebelar contra a iniciativa. Como a maior parte dos torcedores é marionete de mídia, só faz o que o Galvão Bueno mandar. Como o Galvão não mandou ninguém lutar pelo Caio Martins, ninguém luta.

O jeito é tentarmos nos conformar com o fim desse histórico patrimônio do lazer niteroiense. Deixará saudades.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Orlando Silva agora teme atraso das obras: `é preciso correr`

OBS: Autoridades incompetentes! Porque não imaginaram isso antes de lançar a candidatura? Essa copa de 2014 é a maior besteira já feita no país e levará o Brasil para o fundo do poço. Tomara que sirva para acabar de vez com o fanatismo futebolístico dos brasileiros e estimule a população a idolatrar coisas mais sérias do que um monte de analfabetos correndo atrás de uma bola.

Orlando Silva agora teme atraso das obras: `é preciso correr`

9 de abril de 2011 às 12h52 - do site da BAND

O ministro do Esporte, Orlando Silva, participou nesta sexta-feira da gravação do programa Canal Livre, da Band – a entrevista vai ao ar no domingo, às 23h30. Na conversa, o responsável por gerenciar os projetos para a Copa de 2014 se mostrou preocupado com o andamento das obras, especialmente com a construção dos estádios em São Paulo e Natal, que não saíram do papel.

Por três vezes, ele repetiu a frase: “acredito que é preciso andar mais rápido”. De acordo com o ministro, haverá uma reunião em abril com a presidente Dilma Roussef, prefeitos e governadores para averiguar o que já está sendo feito e redefinir prazos.

“O país tem 27 meses para entregar todos os projetos prometidos. Nossa referência é a Copa das Confederações, que é o evento teste (acontecerá em julho de 2013). Está certo que não envolverá as 12 cidades-sede. Deve ter quatro cidades participantes. Mas, até lá, temos que deixar tudo pronto.”

Sobre os dois estádios atrasados, o ministro pediu agilidade no desenrolar dos problemas e jogou a responsabilidade de entrega para os governadores e prefeitos, que "serão cobrados por qualquer atraso".

Orlando Silva lembrou sobre a mudança de sede da capital paulista (do Morumbi para o terreno em Itaquera) e reconheceu que há muitos entraves para o início da construção. Somente para a alteração dos dutos que passam sob a propriedade do Corinthians, por exemplo, é necessário 120 dias de obras e R$ 30 milhões.

“O prefeito Gilberto Kassab e Geraldo Alckmin informaram à presidenta que desenvolveram um modelo para viabilizar o estádio para 65 mil pessoas em Itaquera. Confio que o prefeito e o governador irão equacionar os problemas para realizar a abertura em São Paulo”, comentou. Sobre a Arena das Dunas, em Natal, ele disse que os problemas burocráticos estão, praticamente, resolvidos e as obras "começarão dentro de pouco tempo."

O ministro ainda informou como será feita a modernização dos aeroportos, detalhou os investimentos em mobilidade urbana, ressaltou a ideia de transparência dos projetos para a população e mandou um recado ao presidente da Fifa, Joseph Blatter. Todos esses detalhes, você confere domingo, às 23h30, na Band.

Fonte: eBand

Fonte: Copa no Pantanal

terça-feira, 12 de abril de 2011

Pelo menos esse não causa preocupação

Estamos carecas de saber que os jogadores de vôlei se tornaram o novo padrão de beleza masculino para a mulherada. Quem não possui o porte físico de um jogador de vôlei e não é rico, pena muito para conquistar uma mulher. E nunca pega as melhores, bom lembrar.

Justamente por isso mesmo, quase todos os jogadores de vôlei brasileiros têm relacionamentos estáveis com mulheres lindíssimas. Mas um, não se encaixa nessa regra.

Michael dos Santos, jogador do time Vôlei Futuro, assumiu ser homossexual. Como não somos homofóbicos, aplaudimos a atitude e desejamos muita felicidade a Michael (que felizmente não foi grafado com a horrorosa e equivocada grafia de "Maicon"). Que ele encontre um homem que o respeite e que o faça feliz.

Mas o que vai nos deixar mesmo felizes é se todos os jogadores, e não somente eles mas todos que os assemelham no físico privilegiado assumissem seu homossexualismo. Como iria sobrar gata para os nerds solitários que são baixinhos e gordinhos.

Se todos os jogadores de vôlei fossem gays, viveríamos no paraíso, pois as melhores mulheres seriam recusadas por eles. Isso é um sonho longe de realizar.

Pelo menos não precisamos nos preocupar com Michael. Ele não faz parte da sempre temida concorrência avantajada dos apolíneos jogadores de vôlei.

sábado, 9 de abril de 2011

As gatas da Globo News que estão no jornalismo esportivo



Duas beldades que fizeram parte da Globo News em divisões não relacionadas com os esportes, agora fazem parte do jornalismo esportivo.

Vanessa Riche integra a equipe do SporTV e Luciana Ávila apresenta o Esporte Espetacular na Rede Globo. Elas se juntam a um contigente que já tem muitas belas jornalistas envolvidas, como Christiane Dias, Carol Barcelos, na Globo e Milena Ciribelli na Record, entre outras.

Duas lindas mulheres que estimulam inclusive homens que não curtem esportes, mas adoram a beleza feminina. O jornalismo esportivo pegou ótimas iscas, não acham?

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Futebol: a última trincheira da Globo?

OBS: Espero que com isso, o fanatismo futebolístico acabe e os brasileiros passem a se interessar por coisas mais importantes do que sofrer por tarados analfabetos cheios da nota correndo atrás de uma bola.

A não ser que os brasileiros prefiram continuar "cúmplices" de um esporte corrupto, controlado por gente corrupta e que vive manipulando resultados para favorecer interesses ocultos.

Futebol: a última trincheira da Globo?

Brizola Neto, publicado no blog Tijolaço:



Desmoralizada politicamente, a Rede Globo não tem mais condições – apesar do altíssimo nível de muitos dos seus profissionais – de sustentar seu monopólio de fato sobre a TV aberta. Sem julgamento de mérito – ou da falta dele – sobre suas programações, as outras emissoras deixaram de ser “traço” em audiência e a própria emissora já reviu para baixo, ontem, suas metas de audiência, baixando-as para 18/19%.

Além das concorrentes diretas, a TV a Cabo e a internet estão erodindo o monopólio da ex-Vênus Platinada.

O futebol, do qual ela tem exclusividade, passou a ser a trincheira de vida ou morte para ela.

Hoje, a Record tomou a ofensiva. E colocou a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, numa situação delicada.

A emissora tornou público que está oferecendo R$ 100 milhões pela transmissão de 16 dos 40 jogos do Flamengo no campeonato brasileiro.

A Globo diz que paga R$ 44 milhões pelas 40 partidas.

Grêmio, Cruzeiro, Coritiba, Vitória, Goiás, Coritiba, Vasco, Sport, Santos, Bahia e Corinthians assinaram com a Globo. A Rede TV, que venceu a concorrência do Clube dos 13, diz que tem 15 clubes acertados, mas parte deles roeu a corda do acordo anterior e mesmo tendo dado procuração ao Clube dos 13, assinaram com a Globo,

A esta altura, só Deus sabe o que está se passando dos obscuros subterrâneos do futebol, mas ninguém duvida que estejam se passando as maiores barbaridades.

Tudo indica que a transmissão do Brasileirão vai terminar no “tapetão”.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Torcedores do São Paulo vaiam a Rede Globo: isso se chama ingratidão

Durante a apresentação de Luis Fabiano (quem?) ao time do São Paulo, em Barueri, a torcida, ao ver um repórter da TV Globo, começou a xingar furiosamente, por causa da polêmica sobre os direitos de transmissão. Mas a torcida agiu errado.

A Rede Globo é a grande responsável por transformar o futebol, que era para ser um mero esporte, na razão de ser dos brasileiros, um motivo de fanatismo sem medida que chega a ultrapassar os limites do esporte, se transformando em regra social e dever cívico. Foi a TV Globo que gerou esse mito e criou condições para que ele se estabilizasse.

Torcedor de futebol nunca deveria xingar a TV Globo. É como se um aluno aplicado xingasse seu próprio professor.

Em tempo: Barueri é onde fica a sede atual da Som Livre, braço fonográfico da Rede Globo. Coincidência?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Coordenador revela a verdade por trás da organização da copa de 2014 e da olimpíada de 2016

OBS: O que Behnken fala aqui é grave e mostra que todo o fanatismo que faz a população ficar a favor da realização desses eventos de 2014 e 2016 é bem alienado, pois ela nem sabe que vai sair do bolso dela a realização dos mesmos e que muitos serviços importantes poderão ser cancelçados, visto que a verba será toda pública, sem ajuda de mais ninguém.

A África do Sul, que recebeu ajuda, foi a falência, imagine o Brasil, sem ajuda nenhuma da sempre gananciosa e egoísta iniciativa privada?

Aí eu digo que o Brasil irá a falência depois dos eventos e ninguém quer acreditar.

As grandes obras para as Olímpiadas e Copa no Rio de Janeiro

domingo, 3 de abril de 2011 - extraído do site de Rudá Ricci

Luiz Mário Behnken é coordenador da Rede de Mega Eventos Esportivos e membro do Fórum Popular do Orçamento do Rio de Janeiro. Economista, é um dos expoentes do Fórum Brasil do Orçamento. Na entrevista abaixo, destaca a preocupação a partir do desastre que foram os Jogos Panamericanos para a cidade: “os Jogos Panamericanos não deixaram nada de bom para o Rio de Janeiro. A grande herança foi o agravamento da desigualdade social da cidade”.

Quanto o Brasil, através do BNDES, vai investir para a realização da Copa e das Olímpiadas?

Esse valor ninguém sabe com certeza, até mesmo porque há muitas indefinições. Em relação as Olimpíadas, fala-se em torno de R$ 30 bilhões. É explícito que o financiamento será todo público, que não haverá financiamento privado. Apesar de que na época da candidatura da Copa, em 2007, dizia-se que não teria dinheiro público nenhum, hoje já se diz o contrário. Inclusive os estádios, serão financiados com dinheiro público. O que não faz o menor sentido, sob a perspectiva do interesse da sociedade brasileira, mas a acumulação de capital – de poucos privilegiados - é o único interesse que importa. Em São Paulo, por exemplo, não tem a menor lógica construir um novo estádio, já que a cidade já abriga três estádios com capacidade para cinqüenta mil pessoas. Em momento algum na história deste País haverá a lotação dos três estádios ao mesmo tempo. Se não há essa necessidade, por que construir, então? Ainda mais com dinheiro público! A acumulação de capital é a única e inaceitável explicação.

Qual o legado que os Jogos Panamericanos deixaram para o Rio de Janeiro? A tendência é que os problemas ocorridos se repitam com a Copa e as Olímpiadas? Por quê?

O Pan não deixou nada de bom para o Rio de Janeiro. A grande herança foi o agravamento da desigualdade social. Dinheiro público foi colocado a serviço da acumulação de capital de empresas privadas e milionárias, ao invés de ser investido para melhorar a vida da parcela da população com pouca renda. Por exemplo, a prefeitura bancou sozinha a construção de um estádio que custou cerca de R$ 500 milhões. Os recursos utilizados foram os do contribuinte, mas hoje quem lucra é a iniciativa privada. Hoje, o Rio tem três estádios que nunca foram utilizados simultaneamente. Isso é fruto de uma combinação feita entre as elites locais, como as imobiliárias, empreiteiras e de comunicação, que se favorecem enormemente desses grandes eventos. Soma-se a isso os interesses políticos dos governantes locais e nacionais que se associam aos interesses do capital internacional, que sempre vêm junto com os mega eventos. Na verdade, a escolha da sede dos eventos é muito mais definida de acordo com os interesses de expansão das atividades econômicas do que por qualquer outro critério.

Por isso, esses mega eventos estão saindo do “primeiro” mundo e vindo para países como África do Sul e o Brasil. Uma postura recorrente é deixar as definições para a última hora, desse modo, tenta-se justificar, pelo atraso e a necessidade de conclusão rápida da obra, o não cumprimento de realização de licitações, por exemplo. Um dos maiores problemas foi a falta de identificação de gastos. A urbanização em torno de um estádio era catalogada como gasto comum, feito na cidade. Isso dificulta muito saber quanto foi o gasto real. Além disso, houve remoção de comunidades para “limpeza social e visual” e a privatização de equipamentos públicos.

Quais são as reivindicações dos movimentos e organizações sociais em relação ao financiamento para estes dois eventos?

Uma carta de princípios está em discussão, mas alguns princípios são consenso, como a necessidade de transparência da informação. A identificação do gasto é muita básica e tem que ser feita. Não haver nenhuma remoção é outro consenso, afinal ninguém pode perder sua moradia porque a cidade vai sediar uma competição esportiva. Outra proposta ainda a ser consensuada é de que toda a obra que receber financiamento público, posteriormente, terá natureza pública, não podendo ser privatizada. Considerando que em 2011, o Rio receberá os Jogos Mundiais Militares, que reúne mais atletas que o Pan; em 2012, sediará a Rio + 20 (grande evento mundial sobre meio ambiente); em 2013, a Copa das Confederações; em 2014, a Copa do Mundo; e, em 2016, as Olimpíadas, não é difícil perceber que a cidade será totalmente transformada pela gigantesca aplicação de recursos e pelas intervenções urbanísticas, principalmente. Portanto, é fundamental fortalecer os movimentos sociais e as articulações parceiras para interferir de modo positivo.

No momento, estamos ampliando o movimento de resistência formado para intervir diante do processo do PAN. Esta articulação, chamada Rede de Mega Eventos Esportivos (Reme Brasil), pretende envolver atores da sociedade que atuem em todas as cidades que sediarão a Copa do Mundo. Estamos preparando um seminário para o final do ano que terá caráter nacional e internacional, contando com a presença de representantes da África do Sul, Canadá, Londres e Grécia, de modo que possamos trocar muita experiência. Os brasileiros precisam ser melhor informados sobre as conseqüências de abrigar estes mega eventos. O Canadá, por exemplo, passou 30 anos endividado após sediar as Olimpíadas.

Na África do Sul, na Copa deste ano, dez mil pessoas foram colocadas para morar em conteiners, na Cidade do Cabo. Havia até mesmo um muro para impedir que saíssem da área determinada. Esse processo já começou no Rio , de modo sutil, mas já começou. No trajeto para o aeroporto do Galeão, por exemplo, não se vê mais as comunidades. Construíram um muro “bonitinho”, com material meio acrílico. A desculpa é que o sono dos favelados não pode ser incomodado pelo barulho dos carros.