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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Para satisfazer mitologia futebolística, CBF e FIFA correm para manter a farsa do namoro de Neymar

Recentemente apareceram várias notícias dando a entender que o namoro de fachada entre o jogador ultra-bajulado Neymar e a jovem atriz Bruna Marquezine estava em crise. Como estamos perto da realização da copa e o "maior herói brasileiro" deve ter uma "primeira dama" de aceitação irrestrita pela sociedade, empresários do jogador, sob orientação da CBF, da FIFA e de patrocinadores, se apressaram para tentar salvar o suposto relacionamento.

Quem conhece Neymar sabe muito bem que ele não tem índole para namorar uma garota doce como a Bruna Marquezine. Ele sempre deu sinais claros de que é alienado, vulgar, farrista, além de possuir um péssimo gosto cultural. Os dois formam até um casal estranho. É evidente que a função de Marquezine é tentar embutir no jogador uma prótese de "cônjuge responsável" que não combina com a personalidade do famosíssimo jogador. E isso também é bom para ela, que ganha visibilidade.

O ideal para Neymar seria uma dessas dançarinas boazudas que rebolam em programas de TV, como por exemplo, as paniquetes do programa Pânico. Uma delas até declarou sua paixão pelo jogador. Mas para os patrocinadores, colocar aquele que está sendo trabalhado (surrealmente) para ser o maior "herói" nacional da atualidade para se relacionar com mulheres que possuem um considerável índice de rejeição social, é muito ruim para a imagem que querem dar a ele.

Por isso, acharam melhor colocar para a "função" uma atriz que pudesse ao mesmo tempo ser "família", de índole mais pacata, mas ao mesmo tempo linda e gostosa o suficiente despertar a saudável inveja dos torcedores fãs do jogador. Se querem transformar Neymar em unanimidade (tarefa impossível, hein - pois  para muitos, ele é o paradigma de um idiota completo), acharam ideal escolher uma concubina que pudesse também ser uma unanimidade.

Não se sabe qual será o fim disse relacionamento estranhamente forçado. O que se sabe é que Neymar traiu Bruna e que ambos foram orientados a não comentar o assunto. Obviamente vão forjar um falso romantismo até o fim do ano, para que a imagem de "homem responsável" possa ser embutida no grande responsável pelo circo da copa que se iniciará (pasmem!) no Dia dos Namorados. Certamente não teremos romantismo neste ano. Nem para Neymar e Bruna, nem para qualquer casal que viva em território brasileiro.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Patriotismo é usado como "tempero" para deixar futebol mais divertido

Como forma de diversão, o futebol nunca deveria estar associado a valores sérios. Mas a sociedade brasileira é a única em todo o mundo a levar a sério o futebol como se o que acontecesse nos gramados influenciasse no destino da população que vive em nosso país.

O futebol, uma simples forma de lazer, não é tratada como tal no Brasil e sim como um misto de dever cívico e obrigação social. Nos estados onde sediam os times mais prestigiados, o futebol chega a se tornar inclusive regra de etiqueta, sendo considerado ofensivo assumir um certo desprezo pela famosa modalidade esportiva.

Mas apesar de um tanto absurda, há um motivo que faz com que o futebol seja confundido como "dever cívico". É para tornar o futebol mais prazeroso e divertido.

Sabe aqueles jogos informais de pôquer em que se usa dinheiro para apostar? A situação é bem parecida. Usa-se a ilusão do patriotismo no futebol para torná-lo mais emocionante. Ninguém assume, mas sem essa prótese cívica e sem a permissão de berrar a cada gol, o futebol se torna um esporte bem sem graça, pois, suas características em si não são empolgantes, necessitando de um "algo mais" para que possa animar uma gigantesca quantidade de pessoas.

Experimenta proibir os gritos e o "sentimento cívico" do futebol para ver o que sobra. Se isso acontecer, o futebol vai perder popularidade, se livrando do "diferencial que o faz mais popular que os outros esportes. As 11 Cinderelas amarelas posando de "heróis" voltarão a ser as "gatas borralheiras" que essencialmente nunca deixaram de ser.

Interessante que somente nessas oportunidades que nosso povo se mete a posar de patriota...