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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Feliz com a copa do mundo na nossa nação?

OBS: Finalmente tinha que haver essa gastança toda na inútil copa para que as pessoas começarem a amadurecer e reconhecer a não-prioridade do futebol em nossas vidas. O futebol é nada mais que uma forma de lazer e deve ser encarada como tal. Chega de passarmos mais anos e anos pensando que futebol é patriotismo e que jogadores são heróis. Futebol é supérfluo e deve satisfazer apenas a quem gosta dele, não representando motivo de orgulho de povo nenhum. Até porque o futebol não foi feito para ser motivo de orgulho de nada, por ser apenas um mero passatempo para quem não tem algo mais importante para fazer.

Este texto apareceu no Facebook e mostra uma garota indignada com tudo o que envolve o futebol e a alienada ideia de que o mesmo é nosso maior orgulho patriótico. Trouxas, vejam só o que é o patriotismo de bosta em que vocês acreditam!

FELIZ COM A COPA DO MUNDO NA NOSSA NAÇÃO?
APENAS OS QUE GANHAM EM CIMA DE TODA ESSA ALIENAÇÃO!
OS FELIZES DO TIME DA CORRUPÇÃO!

Raquel Santana - Revoltados on Line

O Presidente da FIFA pela primeira vez admite que a escolha do Brasil como sede da próxima Copa do Mundo; talvez tenha sido um erro. Por conta da onda de protesto que iniciou na Copa das Confederações, e pelo que tudo leva a crer, não acabará tão cedo!
Com seu pico total durante a Copa do Mundo!

Bem feito!!!

Quem mandou ser tão esperto ao lado dessas raposas do Brasil?

Ao invés de levarem em consideração as NOSSAS opiniões, ouvirem as nossas PRIORIDADES sociais. Foram logo combinando entre si, toda essa SAFADEZA em nome desse evento?
" Um país de samba, e futebol"...pensaram que seria para sempre desse jeito?
Que toda a nação brasileira "dançaria" enquanto vocês CONTAVAM os lucros em cima dos NOSSOS INVESTIMENTOS?

Investimentos esses, que JAMAIS veremos a cor de uma nota de dinheiro sob forma de pagamentos em cima de todas essas OBRAS!

A PresidANTA ao receber essa "herança" do seu GURU Lula, também pensou assim: "Basta seguirmos com esse circo..."

Os "palhaços" nem perceberão que são eles, que estão PAGANDO todas essas contas!
Pagam pelas obras super-faturadas!
Pagam por ingressos caríssimos!
Pagam com total AUSÊNCIA dos seus mínimos direitos de cidadãos!

Guarda bem essa foto na memória PresidANTA, dificilmente a senhora irá tirar uma foto dessas: feliz em uma dessas ARENAS DA VERGONHA!
Da sua total falta de RESPEITO por essa população!

Depois das vaias nas Copa das Confederações.
Quem sabe a próxima foto será da senhora em choro compulsivo!

FORA FIFA!!
FORA DILMA!!
O BRASIL É NOSSO!!!
REVOLTA E AÇÃO!!

domingo, 21 de julho de 2013

Pouca repercussão do "Dia do Futebol" pode ser sinal de maturidade do povo brasileiro

A última sexta-feira, dia 19, foi o Dia do Futebol. A razão da escolha da data é a fundação do clube mais antigo do país, o Sport Club Rio Grande. Mas por pouco a data não passa despercebida.

Os protestos ocorridos durante a copa das confederações surpreenderam a todos por colocar o futebol, pela primeira vez, em segundo plano, abaixo de interesses bem mais sérios como qualidade de vida. Parecia que, de uma hora para outra, ficou ridículo priorizar o futebol.

E pelo que eu notei, a repercussão foi bem fraca. Mais fraca ainda que a do Dia do Rock (lembrando que rock hoje em dia perdeu muito em popularidade). No Facebook, somente poucas empresas resolveram usar a lembrança da data para vender seus produtos. Fora isso, nenhum sinal. Até porque a vinda do Papa, a acontecer na semana que vem, tem desviado bastante a atenção.

Pode ser que o brasileiro finalmente entendeu que o futebol, embora muito válido, não passa de um mero lazer e sua associação com patriotismo não passa de uma fantasia típica de contos de fada, ilusória e infantil, a ser abandonada com a observação dos fatos.

Vamos ver como será a copa de 2014. A internet tem ajudado muito em desfazer essa imatura associação entre futebol e patriotismo, coisa que a TV aberta ainda nem começou a fazer, já que ganha dinheiro com a transformação do futebol em "dever cívico". Vai depender da reação da população em relação à copa de 2014, já que , como tem sido em todos os anos, desde o início a publicidade irá bombardear anúncios que estimulem o fanatismo futebolístico e sua transformação em "amor cívico".

Pelo menos por enquanto, as coisas aparentam mudar, com uma população insubmissa aos apelos midiáticos. Tomara que continuem assim, pois a rajada publicitária pró-futebol será violenta em 2014.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Quanto mais social a pessoa, maior é a sua adesão ao futebol

No Brasil, por ser considerado um "dever cívico", a adesão de adeptos se torna maciça. Como a transformação de uma forma de lazer em "obrigação" é sempre muito bem vinda ("nós, obrigados a nos divertir? Obaaa!!!), quase todos os brasileiros encaixotaram de virar "boleiros", acreditando naquela palhaçada de "200 milhões de técnicos". Isso transformou o futebol não somente em dever cívico como também em dever social (inclusive em regra de etiqueta em alguns lugares, como no Rio de Janeiro - não gostar de futebol é considerado ofensivo).

E porque dever social? Simples. Por ser um assunto que supostamente interessa a uma grande maioria, o futebol se transformou em elemento conciliador, ou seja, uma opinião fácil de ser convergida. Por acreditar que "todos" gostam de futebol, as pessoas consideram o futebol um assunto fácil de ser falado com pessoas desconhecidas.

Para alavancar ainda mais o caráter socializante do futebol, sabe-se muito bem que ele sempre termina em festa, com muita gente berrando feito alce e muitos fogos, danças, bebidas alcoólicas, exatamente como acontece em qualquer noitada. Resumindo: o futebol se tornou um esporte socializante por excelência.

Não é de se estranhar que pessoas com vida social mais intensa curtam futebol, enquanto entre os que não curtem, a grande maioria é de pessoas tímidas ou de vida social mais difícil por causa da falha em algum aspecto no contato com outras pessoas. 

As pessoas que eu conheço que tem a vida social mais intensa, com muitos amigos e extrema facilidade de conquista afetiva gostam de futebol, utilizado muitas vezes como "cola" social, mantendo as amizades conquistadas. As mulheres com vida social intensa, ao saber dessa facilidade socializante do futebol, resolveram aderir, naquela ideia de "se não pode vencê-los, junte-se a eles". Hoje já é difícil encontrar mulheres que não curtam futebol, mesmo que ainda não entendam suas características e que só curtam em épocas de copas ou em grandes campeonatos. O dever social fala mais alto.

E olhem que incrível. Mulheres, apesar de assumirem o risco de serem desprezadas em prol do gosto futebolístico de seus cônjuges, preferem os homens que gostam de futebol por entenderem que eles, por estarem cumprindo um "dever social", possuem mais facilidade de, através de contatos, resolverem os problemas delas, satisfazendo os aspectos de sustento e proteção que as mulheres sempre esperam deles. Um homem socialmente ativo passa (mesmo erradamente) a imagem de alguém mais esperto, decidido e capaz e o gosto pelo futebol serve como atestado disso. E os torcedores de futebol secretamente sabem muito bem disso, estando em vantagem na conquista feminina.

Essa facilidade de socialização é que tem feito o futebol ser não apenas o esporte, mas a forma de diversão mais popular do país, confundido com a identidade nacional. O dia em que deixar de ser uma obrigação social, certamente irá perder popularidade, pois a dispensa de adesão ao futebol para se ter uma amizade fará com que aqueles que curtem o esporte apenas para se socializar possam desistir do mesmo, até por encontrar outras formas de socialização.

Até porque não deveria ser o gosto pelo futebol que deveria fazer com que alguém fosse visto como simpático e sim o seu caráter e a capacidade de respeitar os outros. O resto é só diversão, nada além disso.

Maracanã estipula ingresso de 100 reais. É por isso que querem tanto que o brasileiro goste de futebol!

Estão felizes agora com a aquisição do Maracanã por um grupo de capitalistas liderados pelo "deus" Eike Batista? O consórcio do qual ele faz parte estipulou que o valor mínimo dos ingressos será de 100 reais. Isso mesmo o que você leu: 100 reais.

Para os ricaços (sobretudo os famosos) que fingem gostar de futebol para parecerem simpáticos para a sociedade, isso não os incomoda. Mas para os pobretões, grande maioria dos torcedores e os únicos (há exceções!), graças a pouca escolaridade, nenhum discernimento e ainda mais escasso senso crítico, a gostarem de fato de um esporte tão medíocre, como vai ser?

Mas até para isso já existe uma solução, pois graças ao fanatismo estimulado pela mídia e pelas regras sociais, os pobres farão de tudo para arrumar este valor, nem que tenham que abrir mão da comida ou de outra coisa necessária. O que importa para eles é "cumprir o dever cívico" de assistir ao futebol. O resto é "acréscimo de misericórdia". palhaçada.

Agora entendem porque querem tanto que os brasileiros gostem de futebol. Ou ainda não sabem que o gosto pelo futebol é induzido hipnoticamente pela mídia?

Sociedade tola essa, a brasileira, né?

domingo, 14 de julho de 2013

Possível queda de popularidade do futebol incomoda a mídia

Os protestos ocorridos durante a copa das confederações foram algo que pegou todo mundo - inclusive eu - de surpresa. E o paralelismo com o evento esportivo, na verdade uma preliminar do grande engodo de 2014, surpreendeu mais ainda, já que é tradição para o brasileiros tratar o futebol como algo mais importante do que tudo, mais importante até do que os próprios brasileiros.

A mídia oficial não gostou nada disso. E mesmo após semanas de encerradas as manifestações, ainda não conseguiu engolir esse fato. Foi muito incômodo para os barões da mídia ver o futebol sendo jogado a segundo plano, mesmo com a audiência maciça da vitoriosa final.

Reportagens sobre os protestos vem sempre com o tom de lamentação, como o pai que lamenta que seu filho não quis lhe obedecer e satisfazer a submissão filial desejada. Nenhuma dessas reportagens comemorou a conscientização coletiva da população, algumas achando que a torcida pelo futebol, do contrário que a lógica e o bom senso sugerem, era um complemento "cívico" para os protestos. Um absurdo sem pé nem cabeça, que muitas reportagens ainda insistiram em afirmar.

Sempre foi um sonho das classes dominantes que o futebol se tornasse uma unanimidade. Há todo um esforçado aparato publicitário, maciço e hipnotizante, para estimular a sociedade brasileira a priorizar o futebol. Ainda há muita gente, socialmente ativa, mas intelectualmente inerte, que não mudou de ideia, ainda dando prioridade ao futebol, pensando ser isto aquilo que nos dá dignidade como brasileiros.

Isso é feito, como falei em outras oportunidades, para que o futebol se transforme da "galinha dos ovos de ouro" midiática, fazendo a população gastar muito para satisfazer a sua tara pelo futebol. Transformar futebol em unanimidade é transformar o mesmo em fonte garantida de muita renda.

E ver que as massas reagiram indiferentemente à hipnose midiática irritou a mídia. Até hoje lamentam aquilo que pode significar um marco na sociedade brasileira: a mídia descobriu que existem brasileiros que não gostam de futebol. Uma novidade que a mais de 60 anos todos fingiam ignorar.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Como as outras redes, SBT força a barra para associar futebol a patriotismo

Não é somente a Globo e a Band, claramente comungada com os interesses da CBF e da FIFA que não medem esforços para transformar o futebol em símbolo de patriotismo e dever cívico. O SBT, raramente criticado por sua postura alienada, mas discreta, fez, no último sábado, uma reportagem tentando forçar essa barra.

A reportagem mostrada tentou associar o famosos esporte aos protestos, como se fizesse parte do pacote de conscientização da população brasileira. Chamou jogadores de "não-alienados", tentando provar, por meio de declarações escassas e superficiais uma certa politização por parte deles, que na verdade estavam bem alheios aos protestos, por ignorarem os problemas do país, sofridos no passado pobre deles, mas completamente ausente da fabulosa realidade atual.

Ainda tentaram superestimar o futebol como se estivessem interessados em ainda mantê-lo como nosso maior interesse, embutindo um caráter político na modalidade esportiva.

Ainda questionaram as críticas feitas aos jogadores, acusados de estarem de acordo com os erros da FIFA. Até aí concordo. Os jogadores não tem responsabilidade sobre o que acontece de ruim em nosso país. Mas se esqueceram de dizer que também não são responsáveis por nada de bom, se limitando a meros palhaços a entreter as massas no circo futebolístico. Tentar dar uma responsabilidade política aos jogadores parece ser a cereja desse bolo bolorento que não para de transformar o futebol em símbolo máximo de orgulho do brasileiro.

E infelizmente a população cai no papo da mídia e usa o patriotismo como desculpa para justificar o seu vício - seria bom que o prazer gerado pelo futebol fosse normal, mas não é - que acaba transformando uma mera forma de lazer, criada apenas para divertir e passar o tempo em um assunto sério, de segurança nacional e onde milhares de brasileiros depositam as suas esperanças abstratas, aquelas que não mudam nem melhoram a vida de ninguém.

domingo, 7 de julho de 2013

O Brasil não precisa do futebol para se orgulhar

Somente a ignorância somada à baixa auto-estima para colocar uma forma supérflua de lazer como símbolo máximo de um país, quase como um sinônimo de civismo. Estava na hora de alguém mostrar a todos que o futebol não deveria ser confundido com patriotismo. O Brasil é grande e variado demais para se tornar refém e escravo de uma simples e supérflua modalidade esportiva.

A revolta contra a construção dos estádios de futebol em detrimento ao outros serviços gerou a inédita percepção de que o futebol não é mais nossa prioridade. Nunca deveria ter sido, mas tem gente que está estranhando o futebol ter sido deixado de lado. Há quem considere o futebol o "nosso rosto" e tirá-lo do foco foi uma heresia que está sendo difícil de aceitar, mesmo tipo de reação que os evangélicos tem em relação aos homoafetivos.

Para muitos, Brasil é sinônimo de futebol e vê-lo jogado a segundo plano incomoda, mesmo que algum brasileiro tente aceitar. Muita gente foi educada com a ideia de que o futebol era o nosso maior orgulho, aquilo que nos faz melhores do que os outros. Se já é errado se considerar melhor do que o outro, mais errado ainda usar uma diversão, uma simples brincadeira, para isso.

E para quem cresceu achando que o futebol sempre deve ser prioridade, doeu muito ver a modalidade esportiva ser trocada por manifestações de indignação pela má qualidade de vida que tivemos. celebridades, alheias aos sofrimentos cotidianos da população, logo reagiram mal (exceto os oportunistas), achando que foi um desrespeito ao país (sic) trocar o futebol por reivindicações pelas melhorias em nosso cotidiano.

Mas o mundo muda, ideias mudam. Muito de nossos costumes de séculos atrás se tornou impraticável nos dias de hoje. Antigamente era ofensivo um homem sair nas ruas sem usar terno e gravata. Porque não eliminar a ideia de que futebol é "patriotismo"?

Não precisamos do futebol para nos orgulhar. Temos a melhor área geográfica do mundo, cheia de atrações naturais que não existem em qualquer outro lugar. E num país que se caracteriza por ter diversidade em tudo, porque monopolizar o gosto esportivo? será que somente o futebol é praticado em nosso país?

A publicidade (com uma certa tristeza, creio eu), já aceita a não-unanimidade. Anúncios, embora ainda ufanistas e altamente proselitistas, já falam em milhares de torcedores e não em milhões, como sempre tem sido. Admitir isso é admitir que, não sendo mais uma unanimidade, o futebol deixou de ser uma obrigação "cívica" para o brasileiro. Péssimo para quem contava com esta suposta unanimidade para ganhar rios de dinheiro as custas do fanatismo pelo futebol.

Estamos em novos tempos. Novos tempos exigem novos costumes e novas ideias. Futebol, criado para ser uma mera forma de lazer e nada mais, aos poucos (e distante dos olhos da ainda ufanista mídia tradicional) deixa de ser vista como algo de extrema importância, retomando sua antiga vocação de simples hobby a entreter quem quer apenas se divertir.

Não precisamos do futebol para nos orgulhar de sermos brasileiros. O país é agraciado de coisas lindas e variadas que chega a ser uma mediocridade colocar uma simples modalidade esportiva como "motivo de orgulho cívico". Sendo um país como o nosso, superestimar o futebol é o mesmo que achar que um grão de areia e mais importante que uma praia inteira. Pensem nisso.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Retomamos o soninho?

Brasileiro esquece rápido. Depois de acordar para a realidade, resolveu tirar uma cochiladinha ideológica no domingo, final da copa das confederações e aniversário da conquista do "penta". 

Depois daquele memorável desprezo feito durante o jogo da "seleção" contra o México, a população, como o marido "galinha" que se arrependeu de trair a esposa, retomou o fanatismo futebolístico, sem dissociá-lo do patriotismo, usando o futebol para justificar a "comemoração" de tempos melhores. Quanta palhaçada!

Agora o povo retoma a sua "paixão" pela seleca, já que o viciado nunca larga seu ópio, a não ser com muita coragem. Domingo, do contrário do jogo contra o México, onde o desprezo coletivo - uma abstinência momentânea ao ópio - chegou a entristecer Galvão Bueno, comentaristas e outros jornalistas esportivos. Já o último jogo, contra o Uruguai, a atenção retomada devolveu o clima ufanista alienante que há muitas décadas tem feito o futebol a ser levado a sério demais.

Mas mesmo ainda sendo a "paixão" da maioria, o futebol não está mais em alta como antes. As críticas anti-futebol feitas no Facebook farão com que esse fanatismo, mesmo duradouro, seja vaiado. Se antes era louvável transformar uma simples brincadeirinha em dever cívico, hoje isso é motivo de chacota. A mídia ainda não percebeu o ridículo disso, mas se pensarem um pouco, um dia vão parar com essa publicidade ufanista que coloca o futebol em um lugar que não é dele: o de dever cívico.

E aí eu pergunto: retomamos o soninho de muitas décadas? Voltaremos a ser o gigante bobão que só brinca, come e dorme? Ou um dia vamos entender que o nosso maior orgulho nunca deve ser o da entrada de uma bolinha em uma rede, chutada por algum analfabeto que ganha uma imensa fortuna da maneira mais fácil possível: fazendo o que qualquer cidadão faz em cima de uma grama nos finais de semana? Já não dormiram mais do que deveriam?