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quarta-feira, 10 de abril de 2013

A cheerleader oficial da copa das confederações

A Globo sempre trabalha duro para que o fanatismo do futebol se mantenha e que a citada modalidade esportiva se torne unanimidade, gerando muito dinheiro para quem administra o mesmo esporte. A Globo, acionista da CBF não mede esforços nem escrúpulos para chegar a esse objetivo, driblando a ética, o bom senso e desrespeitando a liberdade individual de gostar do que quiser.

E as próximas novelas prometem muito futebol, para estimular sobretudo  as mulheres a gostarem do esporte, completando a unanimidade que fará cartolas, patrocinadores e investidores do futebol a ganharem muito dinheiro, além de manter a população inteira sob a mais perfeita alienação. Até porque grande e populosos como é, mais de 200 milhões de revoltados iriam causar um grande estrago pelo país. Imobilizá-los seria uma questão de segurança, até.

E para esta função, já foi inclusive escolhida a cheerleader: Isabelle Drummond, que no papel de Giane, uma fanática por futebol, corinthiana como a Globo gosta. 

O cartola do Corinthians está sendo preparado para ser o futuro chefão da CBF e tem o aval da Globo, que puxa o saco do time, chegando a transformar os responsáveis pela morte de um torcedor, integrantes de uma torcida organizada corinthiana, em vítimas. Dá para perceber que a escolha do time foi proposital.

E essa escolha, somada a escolha de uma garota, não um garoto, para fazer o papel de cheerleader, justamente nas proximidades da copa das confederações foi o pacote perfeito para que a alienação futebolística, confundida com dever cívico-social se mantenha forte durante a copa das confederações, preparando os telespectadores para a hipnose coletiva que marcará o meio do ano que vem, transformando uma mera forma de lazer em salvação - pelo menos fictícia - para a humanidade brasileira.

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