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domingo, 3 de março de 2013

Futebol pode se tornar um esporte para mulheres, mesmo com jogadores masculinos

O futebol, em nosso país, é um dever social. Para a maioria, gostar de futebol é um sinal de simpatia e respeito ao outro, mesmo que de fato não seja. As regras sociais impuseram essa ideia há décadas. Mesmo assim, nota-se um aumento na quantidade de homens que se assumem não gostar de futebol. Mas na contramão, aumenta o número de mulheres que gostam.

Mulheres, por cultura (não por biologia, como muitos pensam), são mais submissas as regras sociais. É mais difícil encontrar mulheres que tenham opiniões e gostos diferentes da maioria do que homens. Por isso mesmo, incluído o medo de ficarem sozinhas (sem amigos), as mulheres, que tradicionalmente esnobaram o citado esporte, estão cada vez mais aderindo, sobretudo entre as gerações mais novas.

Está acontecendo entre as mulheres mais jovens o que já acontece com os homens idosos: uma quase unanimidade em relação ao futebol. Uma adesão compulsória com características de vício igual ao das drogas. Uma adesão que desconhece-se o motivo real, mas é irrecusável.

Esse fato pode sugerir que o futebol, a longo prazo, pode se tornar um esporte típico de mulher, mesmo que a preferência seja pela categoria masculina do esporte. E não é pelo "galanteio" dos jogadores, já que a maioria esmagadora é de homens feios e sem cultura. É pelo esporte em si, ou pelo menos pela facilidade de sociabilização que a adesão afetiva ao esporte lhes garante.

É uma tendência a ser observada. E que pode inverter alguns estereótipos das relações sociais, transformando-as em uma boa confusão.

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