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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

"O futebol precisa de um herói gay", afirma goleiro do Manchester United

OBS: Não somos homofóbicos. É ridículo e medieval condenar alguém só porque ama, mesmo que seja alguém do mesmo sexo. Aliás prefiro casais gays que se amam de verdade do que casais de homem/mulher que se unem por interesses mesquinhos, o que é muito comum por aí.

Falando em futebol, sinceramente, um esporte onde torcedores dão sinais de homossexualismo não-assumido - já se descobiru que brasileiros preferem futebol do que mulher - não seria estranho haver algum jogador que se assuma gay. Pode até estimular a saída do armário de muitos torcedores, que parariam de roubar as mulheres que outros homens gostam, já que vários torcedores só se casam para agradar a sociedade (sobretudo agradar a outros machos).

"O futebol precisa de um herói gay", afirma goleiro do Manchester United

Do UOL, em São Paulo

O goleiro dinamarquês Anders Lindegaard, do Manchester United, se posicionou sobre um assunto que ainda é tabu no meio do futebol: a homossexualidade. Em seu blog, o jogador afirmou que o esporte necessita de um "herói gay", um jogador que assumisse sua orientação sexual e que serviria de espelho para outros perceberem que seus colegas de profissão não o tratariam diferente.

"Como jogador de futebol, penso que muitos tem medo do que a torcida faria caso assumisse ser gay. Mas eu tenho certeza que nós, jogadores, não teríamos problemas em aceitar um homossexual dentro dos times", escreveu. Ele também criticou a federação de seu país, que não faria grandes esforços para combater o preconceito na Dinamarca: nenhum jogador dinamarquês assumiu ser gay, entre todos os registrados na federação.

"Homossexualidade é um tabu. O problema é que muitos torcedores estão presos em um tempo de intolerância que não merece ser comparado aos tempos modernos que vivemos. E isso é expressado pelo estereótipo de que todo homem deve ser bravo, forte e agressivo", opinou Lindegaard.

"O resto do mundo têm sido mais liberal. Já o mundo do futebol segue preso ao passado no que diz respeito à intolerância", completou o goleiro.

Poucos jogadores já assumiram ser homossexuais. Recentemente, o americano David Testo, meia do Montreal Impact, time do Canadá que joga a NASL, divisão inferior do futebol dos EUA, assumiu ser gay e contou com apoio da direção do clube. No Brasil, em 2009, Vilson Zwirtes, que atuou pela Lajeadense, do Rio Grande do Sul, também assumiu, mas afirmou sofrer resistência de clubes para contratá-lo.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nem um bronco como Neymar quis saber de mulher vulgar

Não sabemos se foi por decisão própria ou por sugestão de algum empresário ou advogado. Mas Neymar, o jogador mais popular da atualidade preferiu uma atriz global que, apesar de estar interpretando uma garota vulgar na ficção, é uma garota decente e meiga na vida real, apesar do corpão perfeito totalmente natural. que as vulgares só conseguem ter as custas de muito silicone e anabolizante.

O que pode ter acontecido para que Neymar preferisse assumir o namoro com Bruna Marquezine, alheia a seu universo e recusar mulheres que tem mais a ver com ele como uma desconhecida paniquete e também como a Nicole Bahls, esta declaradamente eterna apaixonada pelo jogador? Simples: marketing.

Há uma necessidade de "sofisticar" a imagem de Neymar para que ele possa ser admirado por homens de todas as classes. Há o interesse claro da mídia em transformar o futebol em uma unanimidade e não se medem esforços e nem gastos para isso. Afinal, futebol, o maior narcótico dos brasileiros, que vicia até o mais carola dos evangélicos, é uma mina de ouro 100% certa e estimular esta unanimidade é essencial para que os lucros financeiros venham com absoluta garantia.

Associar um jogador de extrema popularidade como Neymar à uma mulher vulgar é um tiro no pé. É afastar dele tantos os torcedores mais carolas como os mais sofisticados, ambos tradicionais opositores das mulheres vulgares, aquelas que ganham a vida exclusivamente de expôr os seus corpos.

Para os torcedores e fãs do jogador, é mais cômodo ver o jogador se envolver com uma mulher considerada correta, sem máculas ou sem associação com a vulgaridade. É uma grande jogada de marketing feita às vésperas da copa para que a primeira dama do futebol não seja uma mulher de mente vazia e intenções secundárias. Para que o futebol agrade gregos e troianos, necessitava de alguém que pudesse manter a reputação do jogador mais popular do país em alguém que pudesse ser respeitado e admirado por todas as classes, do rico ao pobre e do inteligente ao burro.

Sem contar que isso sinaliza uma decadência cada vez mais evidente das mulheres vulgares. Se um rapaz bronco como o Neymar, de péssimo gosto cultural, já não quer as mulheres vulgares, que dirá de homens sofisticados e de bom gosto como o cara que vos escreve nesta postagem e que não está nem aí com o que vai acontecer com a tão amada "seleção" no ano que vem?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Esporte e Religião: parceiros fiéis do Capitalismo

O Capitalismo é um sistema excludente. Mas ninguém quer ficar com fama de mau (a não ser o Erasmo na tal música - se bem que ele um cara bem legal, maldade não é com ele, he, he!) e por isso os capitalistas se esforçam em transformar defeitos em qualidades sem alterar o objetivo final deles de eliminar pessoas da concorrência.

Manter a população intelectualmente imobilizada tem demonstrado sucesso na manutenção dos interesses do Capitalismo, já que silenciosamente, como carneirinhos domados, a população tem seguido corretamente as regras que mantém todo o sistema como está, garantindo poderes e lucros para quem exerce função de "liderança", os únicos a terem direitos plenos numa sociedade escassa de benefícios.

E aí entram religião e o esporte, excelentes instrumentos para tirar a imagem de vilania desse sistema na prática tão cruel. Alienar a população é imperativo e estas duas ideologias tem contribuído muito para enganar todas as pessoas e dar a impressão de que somos "justos" e "felizes".

Apesar de existir dentro da religião e do esporte gente simpática ao Socialismo, temos que reconhecer a poderosa e bem sucedida dos dois a legitimação dos conceitos capitalistas.

E ninguém precisa ser intelectualizado para entender como a religião e o esporte contribuem para disfarçar o efeito nocivo do Capitalismo. A religião e o esporte atuam de maneira bem diferente na tentativa de legitimar a prática capitalista.

Medo de Deus e medo dos líderes

A religião atua estimulando o medo e a submissão a líderes. As religiões construíram uma imagem falsa de Deus baseada nos líderes da Terra (autoridades, patrões, capitalistas) e tão falível quanto. Talvez seja esse o motivo de construir um Deus inexistente, mas coerente com o sistema criado para submeter massas.

Até mesmo o conceito de "livre mercado" tem muito a ver com o Deus das religiões, que tem o direito de fazer o que quiser, inclusive o de abusar e o de tirar direitos dos outros. Graças ao temor que temos ao Deus das religiões, acabamos temendo também pessoas que ocupam cargos de liderança, achando que eles tem todo o direito de abusar, pois são como "deuses", supostamente infalíveis mas realmente autoritários.

Estragar a alegria alheia não parece ser tão cruel

O esporte age de forma diferente, mas igualmente cruel. Ele atua através de outro aspecto: o de legitimar a competitividade, dando uma imagem positiva a uma atitude contrária ao altruísmo.

Muita gente se esquece - ou finge esquecer - que competir é tirar do outro o direito a um benefício que não foi bem repartido entre os beneficiários. Competir é esticar a perna para que o outro caia e se machuque. Em muitos casos, competir é matar o outro. De qualquer forma, é impedir o bem estar alheio.

Como a sociedade pode considerar como "valor positivo" algo feito para impedir o bem estar alheio? Mas essa incoerência foi consagrada pelo esporte (que já é nocivo ao estimular outro aspecto: o da perfeição física), fazendo crer que fazer o outro quebrar a cara não é considerado ruim. Afinal, animais competem e num mundo medíocre onde instintos ainda são priorizados, ainda temos orgulho de sermos animais, numa espécie de recusa a evolução intelectual.

E estes dois aspectos, o medo e submissão a líderes e a valorização da competitividade, aparecem consagrados pela influência respectiva da religião e do esporte, para a manutenção de tudo que está errado e que beneficia e muito os simpatizantes e beneficiários do Capitalismo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

No futebol e na religião se observa o mesmo comportamento do consumo de drogas

Marx dizia que a religião é o ópio do povo. Quem é conscientizado diz que o futebol é o ópio do brasileiro. Parecem metáforas, mas se pensarmos bem e investigarmos detalhadamente, vamos perceber que isso é uma verdade literal. Os fanatismos religiosos e futebolísticos tem sim características de vício narcótico.

É assim: gosta-se de uma coisa, defende de maneira agressiva, larga tudo por causa disto. Este procedimento é observado tanto nas religiões como no fanatismo do futebol. Não se sabe porque gosta, mas se gosta e direciona toda a vida no sentido de satisfazer este fanatismo. Fanatismo que chega a interferir negativamente nas relações sócio/afetivas e no trabalho.

O que mais caracteriza a esses dois tipos de fanatismo como narcóticos é o fato de que não há motivo real para isso. Quem defende, usa argumentos vagos e subjetivos. Como uma criança que diz que quer uma coisa "porque sim".

Esses vícios não acabam porque tanto o futebol como as religiões fazem parte do conjunto de valores positivos que a sociedade acredita há anos, algo inclusive defendido por lei. Fica difícil fazer alguém largar algo que para ele não tem aparência de nocivo, embora realmente seja, já que a alienação é o embrião de quase todos os problemas que vemos em nosso cotidiano e que não tem previsão de se encerrar.

Todo fanatismo é nocivo. Desvia as pessoas da realidade (talvez seja este verdadeiro motivo, já que quase todos os fanáticos religiosos e futebolísticos são pessoas alienadas que se recusam a resolver os problemas da sociedade, seja por preguiça, medo ou ignorância) e cria situações embaraçosas quase impossíveis de se contornar. Futebol e religião são supérfluos que tem apenas a função de entreter as pessoas através da satisfação dos instintos de diversão e de fé, que caracteriza as sociedades ainda bastante primitivas. Isso pode ser comprovado pelo fato de que os dois tipos de fanatismo são quase unânimes em sociedades menos intelectualizadas.

Infelizmente, a sociedade nunca dará sinais de evolução enquanto qualquer fanatismo se manter intacto e ativo. As pessoas deveriam se desgarrar de coisas supérfluas para que foquem em coisas que possam ser mais produtivas e uteis para a sociedade.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Carnaval ofuscou o futebol

Fora as menções a times durante os "ôôôs" que ouvimos em todas as cantorias, o futebol esteve um pouco ausente durante o último feriadão. O brasileiro deixou a sua droga favorita por um tempinho porque havia outro tipo de ópio a consumir.

E esse outro ópio (o segundo favorito dos habitantes da Terra Tupi) o Carnaval, onde seres humanos involuídos resolvem matar as saudades dos tempos em que eram meros animais e procuram a todo o custo, sem medir causa e consequência, satisfazer todos os instintos, tendo o "importante" esmero de deixar o cérebro em casa, já que a pesada caixa cinzenta pesa muito durante as estrepolias alienantes.

Hoje até poderá ter jogo. Se bem que os jogadores, burros como só eles, todos adoram Carnaval. Hoje é um dia em que todos curtem a sagrada ressaca, sempre acompanhada do arrependimento dos erros que cometeu por terem deixado os cérebros bem adormecidos em casa.

Não foquemos felizes, acabada a folia do Carnaval, teremos a folia do futebol, Brasileirão, Libertadores... E não esqueçamos que estamos em ano de confederações, o aperitivo da copa que transformará a nação em uma horda de zumbis vestidos de amarelo. Quem viver, chorará.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Fifa tenta livrar a Copa e duvida das denúncias de corrupção no futebol

OBS: Após essas denúncias, mesmo depois de duvidar delas, a FIFA prometeu combater a corrupção no futebol. Mas acho difícil. O futebol é um excelente meio de manipulação social e também excelente fonte de renda. A vitória de um determinado time pode gerar muitos lucros para os interessados e não se medem esforços nem escrúpulos para facilitar a vitória desejada.

A Copa de 1998 e a de 2002 deram sinais claros disso, embora isso fosse pouco comentado. As seleções campeãs ganharam bem facilmente e suas vitórias serviram para favorecer autoridades desses países para que pudessem ter cargos privilegiados dentro da instituição esportiva que controla o futebol.

Há quem diga - e eu acredito fortemente nesta tese - que a vitória de 2002 favoreceu muito para que a Copa de 2014 fosse no Brasil, aumentando o poder de Ricardo Teixeira na FIFA, poder nada abalado com as denúncias que sofreu e que forçaram a sua demissão do cargo. De nada adiantou, pois Teixeira ainda é bem influente e pode ser o próximo chefão da FIFA, para fortalecer o mito de "melhor futebol do mundo" para os brasileiros e impedindo que o Brasil vença em outros setores mais essenciais, fazendo com que a "pátria do futebol" não seja mais forte que outras nações em áreas mais sérias de desenvolvimento.

A corrupção no futebol vai continuar existindo enquanto houver interesses em utilizar a citada modalidade esportiva como instrumento de manipulação das massas. Enquanto o povo não se educar e tratar o futebol como supérfluo, as coisas continuarão desta maneira. Para o bem exclusivo dos diretores da FIFA e dos empresários que a patrocinam.

Fifa tenta livrar a Copa e duvida das denúncias de corrupção no futebol

Jamil Chade - Correspondente - O Estado de São Paulo


GENEBRA - Temendo um impacto para seu principal torneio, a Copa do Mundo, e preocupada com a repercussão nos acordos com patrocinadores, a Fifa optou por colocar em dúvida algumas das conclusões das polícias europeias na investigação feita sobre manipulação de resultados no futebol. Citando seu diretor de Segurança, Ralf Mutschke, a entidade garante que casos de corrupção em jogos de Eliminatórias são quase impossíveis.

"Como regra geral, é difícil que os jogos de qualificação para a Copa do Mundo sejam arranjados, já que é o maior evento para as equipes e, acima de tudo, para os jogadores'', reagiu a Fifa, por comunicado. "Estamos, obviamente, acompanhando bem de perto as partidas, mas ainda não há suspeitas de manipulação.''

O fato é que a polícia europeia passou por cima da Fifa, e também da Uefa, deixando em evidência o fato de que as organizações do futebol simplesmente têm fracassado em lidar com os casos de manipulação de resultados. A investigação, de 18 meses, em nenhum momento foi informada à Fifa que, surpreendida, teve como primeira reação anunciar pela enésima vez que estava criando um disque-denúncia e um e-mail para receber informações sobre corrupção.

A Fifa só passou a duvidar do resultado de parte da investigação no final do dia, ou seja, depois de refeita da surpresa.

Inicialmente, a entidade insistiu que estava lutando contra a corrupção. "Toda a informação será mantida em anonimato e tratada com a maior confidencialidade'', garantiu. Caso receba informações concretas, a Fifa promete acionar a polícia. "Os desafios que o futebol enfrenta não têm precedentes'', declarou a entidade, que garante tratar o crime com "tolerância zero''.

A Uefa também está numa posição desconfortável, mas ontem apenas informou que vai aguardar o recebimento do dossiê elaborado pela Europol, para que possa apurar os casos.

A entidade recebeu a notícia do escândalo com frieza. "A Uefa teve conhecimento das declarações da Europol sobre suposta manipulação de partidas de diferentes competições e espera receber mais informações nos próximos dias'', informou a entidade. "Assim que a Uefa tiver em mãos detalhes da investigação, serão repassadas às instâncias disciplinares competentes com a finalidade de que se tomem medidas adequadas'', completou.

A Europol prometeu entregar à Uefa o resultado de seu trabalho.

Segundo a investigação, uma parte importante dos apostadores vem da Ásia. "Temos evidências de que, dos 700 jogos (suspeitos de manipulação), cerca de 150 deles tiveram suas operações realizadas a partir de Cingapura, pagando propinas de 100 mil (cerca de R$ 269 mil) por jogo para garantir os resultados", afirmou Fridhelm Althans, da polícia de Bochum e um dos líderes da Operação Veto.

Banimento. O árbitro húngaro Kolos Lengyel, que apitou a partida entre as seleções sub-20 de Argentina e Bolívia em dezembro de 2010 - investigada sob suspeita de manipulação -, foi banido do futebol em 10 de agosto de 2011. Ele e outros cinco juízes da Hungria foram punidos por suspeita de corrupção.

Lengyel foi preso ao retornar a seu país após apitar dois amistosos na Turquia, disputados no mesmo dia, em fevereiro de 2011. Nada menos do que sete pênaltis foram marcados nos jogos em que a Bolívia perdeu para a Letônia por 2 a 1 e a Estônia empatou com a Bulgária por 2 a 2

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A Taça das favelas (ou é para isso que servem os pobres)

A Globo, sempre na sua empenhada campanha eterna de tentar transformar o futebol em unanimidade (a Globo é dona da CBF, que sustenta e lucra com isso), resolveu organizar a Taça das Favelas, campeonato com times organizados nas favelas, talvez se lembrando das origens pobres da maior parte dos jogadores brasileiros. A iniciativa supostamente tem a intenção de levar dignidade aos favelados. Mas as verdadeiras intenções da Globo passam bem longe da finalidade alegada.

Como sabemos, o futebol é um excelente meio de manipulação. Além de estimular a competitividade (que estimula o egoísmo), a perfeição física (desde que do pescoço para baixo, a maioria dos jogadores de futebol são feios de doer), estimula a alienação, pois faz acreditar que a vitória de um time ou da "seleção" traz qualidade de vida para quem torce por ela, tese que já foi inúmeras vezes desmentida, embora a crença nela ainda pudesse ser mantida. No Brasil, futebol não é apenas um esporte: é um misto de orgulho cívico, dever social e valor moral defendidos com unhas e dentes até a morte.

E a Globo sabe muito bem disso. Nunca perde a oportunidade de inserir o futebol mesmo em assuntos alheios a modalidade esportiva. Numa reportagem sobre doenças cardíacas, perderam muito tempo falando sobre um torcedor fanático pelo Corinthians que estava se submetendo a um tratamento cardiológico, com direito a muitas informações inúteis. Para estimular o fanatismo como "hábito saudável" vale tudo.

E o povo pobre, facilmente manobrável pela baixa capacidade de discernimento estimulada pela péssima educação que recebe, são presas fáceis para os pedradores midiáticos. Como são rebeldes em potencial por não terem acesso a uma vida realmente digna, a mídia sempre se esforça para tentar manobrar e amordaçar as classes humildes, emburrecendo-as cada vez mais para que não percebam as injustiças de que são vítimas.

E nada melhor que o futebol, que como falei, carrega junto uma coleção de "bons" valores que faz com que os simpatizantes desse esporte acreditem estar contribuindo para a melhoria social que não acontece de fato. E esta Copa das favelas vei a calhar. Ainda mais numa época de apologia da pobreza, onde os favelados "subiram" de classe sem perder qualquer uma de suas características. Principalmente a escassez de discernimento.

Esta Copa das Favelas pode até servir de entretenimento para quem participa ou assiste. Mas não vai trazer dignidade para o povo pobre. Pensem comigo: será que vamos passar mil anos achando que para um pobre subir na vida é somente através de batuques em tambores e chutes em uma bola? Como se nas favelas não existissem pessoas capacitadas para fazer outras atividades, sobretudo as de liderança?

Vamos parar com esta mentalidade e mostrar outras realidades ao povo pobre para que ele realmente se eduque e não fique limitado a esta rotina tosca e monopolista de futebol-popularesco-religião a que todo povo pobre é condenado a se enclausurar. O mundo é muito maior do que qualquer pobre é capaz de imaginar. Esconder dos pobres o mundo real, isso sim é que é crueldade.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A verdade sobre a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016 no Rio

 
A denuncia é grave e legítima. Autoridades nunca fizeram nada a favor do povo. Até porque se pensassem na população, as autoridades nunca teriam decidido fazer esses eventos. Não precisamos destes eventos para acelerar o turismo. É vergonhoso que autoridades usem festas para roubar e enganar a população.

E são muitos os problemas causados à população. Muitos mesmo! Vejam atentamente e divulguem.