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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Jogadores de futebol, nossas velhas e eternas "Luízas"

Todos sabem que a "Luíza" veio do Canadá para usufruir da sua fama repentina e surpreendente, praticamente sem mover um dedo ou realizar algum feito importante para a sociedade. Fácil para uma patricinha linda ganhar a vida desta forma.

Mas eles também vieram não só do Canadá, mas de muitos países, onde graças a inócua atividade de chutar bolas para uma rede, são considerados deuses e capazes de parar a sociedade brasileira: os jogadores de futebol.

Como a "Luíza" da citada frase, eles são excessivamente valorizados por nada fazer algo de realmente relevante. São como palhaços de circo a fazerem suas gracinhas no picadeiro. Mas quando conseguem agradar a plateia, são tratados como se o que eles fazem fosse mudar o mundo, fosse salvar todos de seus infortúnios. Uns heróis de nada.

Não deveria ser surpresa para ninguém essa repercussão por causa da "Luíza do Canadá". Uma população que acredita que um título no futebol é a honra máxima para o país, estimulando o seu fanatismo, obrigando multidões a gostarem de futebol na marra e chegando a interromper todas as atividades do país por um mês a quatro e quatro anos por causa desse tal de futil-bol, certamente é capaz de dar uma exagerada importância a qualquer bobagem que possa ser lançada na internet ou em qualquer meio de comunicação.

De Gaulle falou que o Brasil não é um país sério. Muitos fatos confirmam que isso é verdade.

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