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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Essa garota falou tudo

OBS: A autora desse comentário, Jana Unger, é um exemplo para todas as mulheres, pois em seu perfil do Orkut demonstra personalidade e gostos próprios, com direito a associação em comunidades de bandas como o Kinks. E ainda por cima, Jana é linda.

O comentário que ela fez na comunidade "Eu Odeio Futebol" resume a indignação que uma pessoa que não curte o futebol tem, ao viver em um país onde o mesmo esporte é tratado com extrema importância, como se não fosse um mero lazer e sim a razão de ser do brasileiro.

Parabéns, Jana. O mundo seria melhor se todas as mulheres fossem como você.

Uma pequena demonstração do quanto eu odeio futebol

Por Jana Unger - extraído do Orkut

Não é somente pelas brigas, mas odeio futebol pelo destaque desmerecido que ele recebe. Odeio também pela extrema e desnecessária "paixão" que o povo tem por esse esporte. Odeio pela futilidade do jogo. Odeio porque a fama sobe muito fácil na cabeça dos jogadores, que pensam que podem tudo.

Achando que podem tudo, eles até brigam, para reivindicar algum possível direito.

Odeio porque é um esporte chato. 3 ou 5 gols por partida, isso somando os dois times. Isso em 90 minutos. É entediante.

Mas enfim, gosto é que nem c*, cada um tem o seu...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Quem acha que o futebol é o único "Brasil que dá certo" é o verdadeiro anti-patriota

Várias vezes já li, ouvi e vi pessoas justificando a exagerada e fanática popularidade do futebol - e dando razão a ela - por ser o "único setor em que o Brasil ganha dos outros países". Será?



Na verdade isso é um mito. Um mito bem falso, por sinal. Como o mar "de sangue" bíblico, que na verdade foi causado por um fungo. É algo que resulta de crença não-raciocinada.



O futebol não deveria ser levado a sério. Sejam eles verdadeiros ou forjados, os títulos que o Brasil tem no futebol não são importantes, pois estarem relacionados a algo puramente lúdico, uma brincadeira de adulto.



Quem defende essa tese absurda na verdade não conhece o país onde vive. Esse é que é anti-patriota, pois subestima as outras conquistas do país e também coloca em segundo plano as nossas belezas naturais, isso sim, algo que deveria ser motivo de orgulho para nós.



E a nossa tão sub-estimada ciência? Sabiam que as pesquisas mais importantes do mundo tem algum brasileiro na equipe, muitas vezes liderando? Muitos cientistas brasileiros foram premiados no exterior, com prêmios de reconhecimento mundial. Só para citar um exemplo de conquista feita fora do futebol.



Nossas conquistas são muitas e não tenho nem tempo e nem espaço para ficar enumerando. Só quero dizer que o futebol não é a maior de nossas conquistas. Tem que ser muito ignorante, tapado mesmo, para reconhecer apenas o futebol como nossa vantagem. Ignorante, além de infantil.



O Brasil é um país imenso e cheio de variedade. Não pode ficar refém do monopólio futebolístico. Se render a ele é demonstrar uma baixa auto-estima. Somente o complexo de inferioridade pode justificar a suposta superioridade de nosso futebol - cujos indícios mostram que pode ser um mito forjado, criado para manter uma falsa esperança em algo bastante inútil.



O Brasil não é o futebol. O Brasil é um mundo, cheio de diversidade, de variedade, de coisas diferentes para curtir e amar. O Brasil não precisa do futebol para ser o máximo. Ainda mais sendo o futebol um esporte xoxo, com praticantes de baixíssima escolaridade, o que é um estimulo e tanto para uma população que já não gosta de ler nem de pensar.



Vamos parar com esse complexo de inferioridade que transforma o futebol em nosso "único orgulho". Além de não ser o único motivo de orgulho, ainda não é o maior.



Vamos olhar para a grande diversidade de nosso país e nos orgulhar de que vivemos num país polivalente, que agrada a todos os gostos, todas as ideias e que deve respeitar essa mesma diversidade.



Pois o nosso maior orgulho mesmo, é a diversidade. Trocá-la pelo monopólio do futebol é uma vergonha e tanto para uma população que pensa querer ser diversificada.

domingo, 28 de agosto de 2011

Torcedores: preconceituosos e intolerantes

Quem gosta de futebol tem a sensação de que o mesmo esporte é uma unanimidade, por quase não conhecer alguém que não curta o esporte. Mesmo que não seja maioria absoluta, quem gosta de futebol ainda é um número muito alto de pessoas e nesse grupo inclui muita gente influente.



E essa falsa unanimidade dá a ilusão de que o gosto pelo futebol:

- É biológico, "está no sangue", fazendo parte da condição humana.

- É uma obrigação cívico-social, que deve ser seguida por todos, sendo inclusive parte da etiqueta social.



Por isso mesmo, quando alguém que curte futebol recebe a "novidade" da existência de quem não curte, toma um choque. E aí começa a fluir o preconceito, já que para quem gosta de futebol, os que não gostam passam a ser visto como ameaça à "ordem social".



Quem não gosta de futebol sofre muito preconceito. Os brasileiros já não costumam aceitar as diferenças, justamente por ser um povo modista e submisso a regras e autoridades. Aceitar uma pessoa que não curte o mais popular esporte do país exige uma revisão de conceitos, o que significa um esforço de raciocínio.



O gozado que os torcedores de futebol possuem esportes que eles não gostam, como o beisebol, por exemplo. Poderiam usar esses exemplos para tentar entender porque existem pessoas que não gostam de futebol.



Infelizmente, nossas crianças já são educadas desde cedo a curtirem futebol, não por ser uma forma de lazer, mas como a razão de existir: um compromisso que deve ser honrado rigorosamente. E isso estimula vários defeitos:



- Fanatismo: dar uma exagerada importância a um mero lazer que não interfere na vida da população.

- Alienação: usar o futebol para fugir dos problemas ou às vezes acreditar que os mesmos serão resolvidos pela vitória de um time.

- Preconceito: não compreender a diversidade de gostos e ideias e condenar ou depreciar quem não curte o futebol.



Esses problemas que eu citei, só poderão ser resolvidos por uma diversidade esportiva, um amadurecimento social que saiba diferir lazer de obrigação e a diminuição da importância do futebol, devolvendo-o a seu caráter puramente lúdico e dissociando da "esperança do povo", que na verdade deve ser conquistada com atividades mais serias.



Enquanto o fanatismo do futebol continuar, o Brasil nunca vai crescer, a sociedade se manterá alienada, fanática e preconceituosa e o lazer, que deveria ser motivo de união entre as pessoas, vai continuar criando discórdia, muitas vezes resultando em violência e privação de direitos.

sábado, 27 de agosto de 2011

Operários de obra do Maracanã mantêm greve após impasse com consórcio

OBS: Essa copa já está começando a dar problemas. Será que nossas autoridades são burras o suficiente para ignorarem o grande vexame que elas vão sofrer por organizarem um evento como esse sem as condições necessárias e com o país todo cheio de problemas para resolver? Ser a favor dessa copa é ser contra o país. É colocar o futebol acima do bem estar do brasileiro.

Operários de obra do Maracanã mantêm greve após impasse com consórcio

Por: Leticia Cruz, Rede Brasil Atual - Publicado em 19/08/2011, 11:50

Trabalhadores pretendem conquistar melhores benefícios com a paralisação, iniciada após explosão que feriu um funcionário

O estádio do Maracanã deve ser a sede da Copa de 2014 no Rio de Janeiro.

São Paulo – Os operários da reforma do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, decidiram em assembleia na manhã desta sexta-feira (19) manter a greve iniciada há dois dias, após explosão que feriu um trabalhador e serviu de estopim para a paralisação por benefícios e melhores condições de trabalho. O Consórcio Maracanã Rio 2014 ofereceu plano de saúde e aumento de R$ 10 no vale-refeição, atualmente de R$ 110. Os operários, que pedem R$ 300 de benefício, consideraram a proposta insuficiente.

Romildo Vieira da Silva, diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada do Rio de Janeiro (Sitraicp), garante que os trabalhadores não retomarão as obras enquanto não houver acordo. Ele afirma ainda que o consórcio apresentou suas propostas com a condição de que fossem aprovadas rapidamente e que a entidade orientasse os funcionários a encerrar a paralisação. "Se acabássemos com a greve, eles abonavam o dia de ontem (quinta-feira 18) sem descontar (no salário). O trabalhador resolveu enfrentar e continuar a greve", disse.

No fim da tarde de quinta, o consórcio divulgou comunicado sobre o caso. Segundo o texto, as reivindicações apresentadas estão em análise, embora as empresas considerem que um acordo coletivo firmado por meio do sindicato em 19 de abril seja válido até janeiro de 2012. A respeito das condições de segurança da obra, o consórcio restringiu-se a afirmar que elas "atendem rigorosamente os padrões da legislação trabalhista".

A respeito do acidente de trabalho de quarta-feira, a nota trata o episódio como "um fato isolado", e as "causas do acidente estão sendo apuradas". O consórcio sustenta que o trabalhador foi prontamente socorrido após a explosão.

Apesar do impasse, Romildo acredita que a negociação possa continuar. "Estamos à disposição para negociar aqui no sindicato, sem ameaças e de forma clara. Queremos que volte ao normal, mas caso nada se resolva, provavelmente o movimento continua", afirmou. Haverá assembleia na próxima segunda-feira (22) para definir os rumos da paralisação. Segundo o sindicato, são 2.120 operários em greve.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ricardo Teixeira chama a Globo de "traidora"

A sujeira era tanta embaixo do tapete que as Organizações Globo não conseguiram esconder as falcatruas de seu - ainda não oficialmente anunciado como tal - braço futebolístico, a CBF.



No principal noticiário da emissora, o Jornal Nacional, na semana passada, foi mostrada pela primeira vez no canal, as denuncias sobre a corrupção na CBF, principalmente as que se referem à organização da copa de 2014, que somente burros não sabem que ela foi criada para aumentar o lucro de cartolas, autoridades e grandes empresários e que não vai trazer bulhufas de benefícios concretos para a população, além de um mero trenzinho que anda sobre pneus.



Ao saber da veiculação na Globo, Teixeira chamou a famiglia Marinho e sua equipe de traidores, o que pode ser acrescentado a lista de suspeitas quer fazem crer que a Rede Globo é a dona principal - e literalmente - da CBF. Esse negócio de que a "seleção" pertence ao povo é história da carochinha para ser contada a ingênuos bebezinhos mimados.



Resta saber até onde vai essa pataquada toda. Se bem que há grandes chances de não dar em nada. Ou melhor, de vermos uma caríssima e enorme pizza na mesa dos verdadeiros beneficiados da copa de 2014, que eu citei aí em cima.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Evento do Vasco mostra que fanatismo futebolístico ganha força com celebridades





Não dá para acabar com o fanatismo futebolístico se existe o estímulo dado por pessoas com grande visibilidade e poder de influência.



Hoje, haverá um grande show com várias celebridades vascaínas para comemorar o sabe-se-lá-o-quê do time. Parece que é para comemorar o aniversário.



Muita gente tarimbada como Bruno Mazzeo e Paulinho da Viola, só para citar dois, estarão entre as atrações, que terá ingressos a preços bem salgados (entre R$ 80 e R$ 250).



Com esse grande time de celebridades fica difícil convencer a população a não levar o futebol a sério e se dedicar a ocupações e preocupações mais importantes. Como a população vai deixar de "sofrer" pelo futebol se pessoas influentes o incentivam a continuar o fanatismo.



Desse jeito o alienante e narcótico fanatismo do povo brasileiro vai durar até não sei quando.

domingo, 21 de agosto de 2011

Pelo futebol, as vontades são sempre atendidas

Se você tentar pedir para alguma autoridade, uma melhoria em sua qualidade de vida, algo que realmente possa ser útil ao seu bem estar, pode crer que não será atendido, ou se for, vai demorar para ser.



Agora se você pedir para que seu timezinho mantenha o seu jogador favorito para favorecer uma mera vitória do mesmo timezinho - algo que, venhamos, não melhora vida de ninguém senão do próprio jogador - com certeza será atendido e imediatamente.



Foi o que aconteceu com o caso Ronaldinho Gaúcho, Flamengo x CBF. Para favorecer a permanência do "craque" no popularíssimo time carioca, a CBF decidiu adiar o jogo da "seleção" e o jogador só vai se ausentar em um jogo apenas do Flamengo.



Eu estou cada dia mais pasmo com a infantilização da sociedade brasileira, que não desiste de colocar o futebol acima até mesmo de uma vida digna.



"Posso sofrer, passar fome e até morrer, mas o meu time eu não quero ver perder", é o lema da maioria dos torcedores. Otários.



Por isso o país continua nessa merda. E vai continuar enquanto isso não mudar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Melhorias não deveriam ser "para a copa"

Estou cansado de ler notícias sobre as obras de melhoria, sobretudo as que se referem à mobilidade urbana - que os defensores dessas caríssimas obras definem como "todas as melhorias", como se os mastodônticos BRTs fossem melhorar outros aspectos da vida urbana como saúde, educação, segurança, etc., já que transportar bem não significa melhorar - e vê-las relacionadas para acopa: "obras para a copa", "respeitando o prazo para a copa" "para a copa isso", "para a copa aquilo"... CHEGA!



O fanatismo futebolístico está tomando proporções inacreditáveis. parece que o futebol não é um esporte, uma forma de lazer e sim a salvação da humanidade brasileira. É o sol de um sistema solar alienado, onde todas as coisas perdem importância diante de um esporte fútil, analfabeto e que deveria servir apenas para passar o tempo do ócio por alguns minutos. Um chute ao gol salva vidas? Um título em um campeonato acaba com as injustiças? Ser analfabeto, desestimulando a vitoria profissional através de muito estudo, é a nova intelectualidade?



Essa copa nunca deveria sequer pairado na cabeça de que idealizou, que com certeza são pessoas sem sensibilidade, avarentas e querem usar a ingenuidade do povo para garantir lucros particulares e manter os cérebros adormecidos para que a mentalidade coletiva de nossa população não se desenvolva.



Ah, mas "a copa trará benefícios"... O que os BRTs têm a ver com futebol? Será que com boa vontade, não daria para fazer esses BRTs mesmo sem copas e coisa parecida? Até porque a FIFA, a CBF e as empresas envolvidas com patrocínio e organização não vão gastar nenhum centavo para a realização dessas obras. O dinheiro virá de você mesmo, torcedor, que paga seus impostos em dia, mês e ano.



Pelo jeito a única coisa mesmo que essa copa vai servir é perpetuar o fanatismo infantil que faz a população brasileira pensar que o futebol é a salvação de nosso povo.



A não ser que algo de muito ruim aconteça com essa copa. nem que seja para brindar a vitória da "seleção" com uma tremenda recessão.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

No Brasil, é mais importante quem faz algo não importante

Você é cientista, intelectual, ou faz alguma atividade altruísta ou planeja alguma solução concreta de melhoria para a sociedade, não espere reconhecimento público. O povo brasileiro não quer pessoas assim.



Impressionante como alguém cuja única vocação é correr atrás de uma bola é tão endeusado, a ponto de mudar inclusive o jeito de agir e até mesmo o penteado.



A não ser que você não tenha bom senso ou seja um débil mental, mas quem está com a cabeça no lugar sabe muito bem que futebol não interfere na vida de seus torcedores. Uma entrada de uma bola em uma trave não melhora vida de sociedade nenhuma, embora a mídia tente fazer a impossível associação entre a vitória de uma equipe e a melhoria de seus torcedores.



Todo e qualquer tipo de fanatismo sempre trava o raciocínio. Para quem não gosta de pensar - pensar exige esforço - acreditar no que dizem é bastante confortável. E o fanatismo do futebol muitas vezes é utilizado para justificar a felicidade do povo brasileiro, que estranhamente não quer melhorias de vida e sim a fuga narcótica do futebol, que muitos nem sabem porque gostam.



É muito fácil para um ídolo do futebol, analfabeto e de péssimas referências culturais ser adorado e imitado. Claro, ele não pensa e nem manda pensar. O que é engraçado é que muitos brasileiros que posam de "intelectualizados" adoram futebol e cultua,m esses ídolos. Essa pose é um sinal de hipocrisia ou ingenuidade em acreditar na utópica salvação da sociedade através do futebol?



É um verdadeiro desestímulo à educação, já que os jogadores enriquecem da noite para o dia sem praticamente completarem o primeiro grau. Para notar a gravidade da coisa, tem muitos jovens que começam a achar que o Hino Nacional Brasileiro é o hino da "seleção" da CBF. Um absurdo!



O fanatismo é tanto, que muita gente quer a organização dessa copa - a de 2014 - a todo custo, mesmo que falta dinheiro para coisas mais importantes. Para provar que eu estou certo, é fato de que a adesão a realização dessa copa é maior entre os menos intelectualizados.



A sociedade brasileira nunca irá se evoluir enquanto não parar de superestimar o futebol, que deveria ser visto como um lazer inócuo. Brasileiros são como crianças que odeiam estudar e não conseguem largar a chupeta.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Para o torcedor, Brasil-2014 vai ser a 'Copa da corrupção'

OBS: Somente a corrupção e a imaturidade para fazerem as autoridades brasileiras quererem fazer essa copa em nosso país. No nosso cotidiano, temos inúmeros problemas que nunca conseguimos resolver e as autoridades ainda querem organizar uma festinha?

O dinheiro que deveria resolver os problemas de nosso país vai ser desviado para as supostas "melhorias" para esse evento. Melhorias que na verdade não melhoram nada: são maquiagens para favorecer o consumismo e que não atrairão dinheiro suficiente para repor os gastos. Até porque o dinheiro dos turistas será destinado ao pagamento das obras e aos supérfluos dos ricos organizadores.

Os defensores falam que o dinheiro que virá dos turistas vai servir para resolver os nossos problemas. Mentira! Autoridades brasileiras não têm a tradição de aplicar dinheiro em coisas sérias.

E para os defensores até parece que é a primeira vez que temos turistas no Brasil. Temos inúmeras belezas e atrações para atrair turistas de todo o tipo e esses defensores pensam que a quantidade de turistas vai aumentar por causa da copa. Não vai porque a copa é um evento ESPECÍFICO. Sói virá aqui quem gosta de futebol. Quem não gosta, se vier, não será por causa da copa.

Os brasileiros são tão fanáticos pelo futebol que pensam que o gosto pelo esporte é biológico, "tá no sangue". Baseados nisso que pensam que toda a população mundial virá aqui em 2014. Somente os brasileiros dão essa importância exagerada ao futebol. Em outros países, por mais fanáticos que sejam, sabem que o futebol é mero lazer e não melhora vida de ninguém.

Mas os brasileiros lentamente vão amadurecendo e começando a largar essa verdadeira chupeta chamada futebol. Mesmo os que não largam, já admitem que chupeta é chupeta e não se enganam com a farsa da copa, por mais que gostem de futebol. Devagar se vai ao longe.

Por isso mesmo a população que é conscientizada, não aceita essa festinha ridícula que só vai trazer prejuízos ao Brasil. Convém lembrar que a África do Sul organizou a sua copa em condições bem melhores que a nossa e foi a falência. Imagine como será o Brasil em 2015?

Brinco dizendo que se o mundo não acabar em 2012, com certeza o Brasil vai acabar depois da copa. Talvez teremos que começar tudo do nada, com uma grande recessão nos esperando e com a piora na qualidade dos serviços públicos.

E não será uma enorme jarra dourada que irá salvar o país.

Para o torcedor, Brasil-2014 vai ser a 'Copa da corrupção'

Giancarlo Lepiani - 29/07/2011 - 23:38

Uma pesquisa inédita mostra que o Mundial, por enquanto, desperta sensações profundamente negativas. Para oito em dez pessoas, país deixará imagem ruim.

A história das Copas do Mundo ensina que receber o torneio aumenta as chances de vitória da seleção que joga em casa. Nas últimas edições, porém, esse retrospecto vem sendo contrariado - nas últimas três décadas, apenas a França, em 1998, festejou a conquista de um Mundial como país-sede.

Outro benefício atribuído à realização de uma Copa é o impulso no crescimento econômico da nação que acolhe a festa. Esse efeito positivo, no entanto, também provoca controvérsia: para muitos economistas, o reforço no PIB no ano do Mundial acaba sendo pulverizado nos anos seguintes, quando os lucros colhidos com o evento desaparecem e sobram apenas as contas deixadas pelas obras monumentais exigidas pela Fifa.

Existe, ainda, outro desdobramento comum de uma Copa em casa, algo que causa um impacto mais evidente e imediato, ainda que seja mais difícil de ser mensurado. Trata-se de uma injeção poderosa de confiança e orgulho nacional, http://www.blogger.com/img/blank.gif que desperta na população um clima de euforia pela chance de desfilar o sucesso de seu país diante do resto do planeta. Depois do oceano de bandeiras tricolores que cobriu a Alemanha em 2006 e do rugido das vuvuzelas que uniu a África do Sul em 2010 (leia mais no quadro no fim do texto), a Copa do Mundo corre o risco de amargar seu anticlímax em 2014 - justamente num lugar fascinado pelo futebol e, segundo consta, especialista em fazer uma grande festa.

Se depender das expectativas atuais da torcida, o Mundial do Brasil será uma estrepitosa decepção, talvez até um vexame internacional. Pouca gente se sente satisfeita com a Copa. Menos gente ainda está ansiosa para ver o maior evento esportivo do planeta acontecer em seu próprio país.

Texto reproduzido parcialmente. Leia artigo completo neste link.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Globo começa a falar mal do Ricardo Teixeira

Quem não gosta de resolver os seus problemas ou até lucra com eles, coloca toda a sujeita debaixo do tapete. Conforme isso fica rotineiro, vai aparecendo um montinho sob o mesmo tapete. Chega um momento que já fica difícil esconder a sujeira, já que o tal montinho começa a ganhar nítidas dimensões.



E foi justamente isso que aconteceu para fazer com que a Rede Globo tivesse que reconhecer que seu sócio e parceirão no processo de alienação do povo brasileiro, Ricardo Teixeira, está metido em corrupção.



Se bem que isso não vai dar em nada. Do jeito que a população é fanática por futebol, chegando a abandonar tudo e todos por causa do esporte, trocar de cartola significa trocar de beneficiado. É outro que vai se aproveitar do fanatismo da população para lucrar cada vez mais.



Povo besta merece os políticos e os cartolas que tem.



Enquanto o povo continuar dando importância exagerada ao futebol, nada irá mudar.



Futebol é só lazer. Mero lazer cuja única função é divertir. Nada tem de importante e muito menos patriótico. Quem discorda disso ainda precisa amadurecer. Está afogado no mar da criancice. Merece ser enganado pelos cartolas.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Futebol, uma obra de ficção



Quando a "seleção" foi derrotada na copa América, um bando de celebridades brasileiras demonstrou indignação pela internet por causa desta derrota. levaram a sério demais.

Futebol é só lazer. A vitória da "seleção" ou de um time não melhora a vida de ninguém além de jogadores, cartolas, equipe técnica e patrocinadores. Os torcedores, por incrível que pareça, são os menos afetados pela vitória ou derrota no futebol.

Futebol, na verdade é um espetáculo como um filme ou peça teatral. Ficção pura. os jogadores são como atores de um espetáculo que termina quando o jogo acaba. Depois disso, a vida volta ao normal.

Ou será que tem gente que vai ficar traumatizada porque o mocinho morreu no final do filme? Ou quando aquele criminoso revelado na peça teatral é justamente o personagem mais simpático da trama? Vai sair bufando reclamando da vida só por causa de um final não esperado de uma obra de ficção.

O mesmo se dá com o futebol. Acabou o jogo, acabou tudo. Volte a vida normal. Futebol é ficção, é mentira, no bom sentido, é ilusão. A entrada da bola em uma trave não vai afetar a sua vida. Não serão os torcedores que guardarão o troféu da vitória em suas casas.

Portanto vamos parar de levar o futebol a sério e reconhecer que tanto vitórias quanto derrotas em um evento esportivo não foram feitas para serem levada a sério.

Senão o Brasil, com seus 5 troféus de campeonatos mundiais seria a maior potência do mundo, com justa distribuição de renda e com pessoas mais instruídas e satisfeitas e sem os problams que enfrentamos diariamente.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Jogadores agora preferem mulheres de classe como esposas

OBS: Realmente estamos no fim do mundo. Os caras que combinam mais com as boazudas jecas sem cérebro, também não querem mais esse tipo de mulher. Agora os analfabetos endinheirados também querem mulheres de classe e formação. Deve ser por que precisam de alguém para lhes ensinar a agir como ser humano.

As boazudas vulgares agora têm que se contentar com pedreiros, estivadores e coisas parecidas para se casarem, pois para elas a decadência está chegando cada vez mais perto. Nem os machistas mais endinheirados querem saber delas.

Está chegando perto o dia quer só as mulheres de classe e com algo a dizer conseguirão atrair algum homem para namorar e se casar.

Resta saber porque mulheres de classe resolveram se casar com verdadeiros imbecis que só saber correr atrás de uma bolinha. Deve ser por que eles são imbecis e ricos.

Madame chuteira

Bruno Segadilha - Revista Época - 07/08/2011 - 09:40

Finas, educadas e donas de prestígio e traquejo social, beldades como Bia Antoni e Deborah Secco representam o novo perfil da mulher de craque.

É um roteiro manjado. Mulher bonita e sensual se insinua para um jogador famoso em meio a uma balada qualquer. Eles ficam, fazem farra, saem em todas as capas de revista. Se não conseguir engatar um namoro, a bela, normalmente nascida em berço popular, aproveita os 15 minutos de fama para emplacar algum ensaio sensual e faturar uns trocados. Caso emplaque um romance ou engravide, o Olimpo: dinheiro, mordomia, fama. Ricas e alçadas à condição de celebridades, aproveitam para desfilar na imprensa a cabeleira loira e alisada, calças de cintura baixíssima e tops justos.

Esse foi o caminho da ascensão social seguido por muitos anos pelas “marias chuteiras”, apelido das garotas que fazem de tudo para descolar um polpudo casamento com os atletas dos campos. Mas, a julgar pelo comportamento de consortes como Bia Antoni, senhora Ronaldo Fenômeno, e Deborah Secco, senhora Roger Flores, o perfil das antigas marias chuteiras mudou. Finas, bem-educadas e donas de sua própria posição social, elas têm seguido um caminho iniciado pela ex-spice girl Victoria Beckham. Em vez de pegarem carona na fama do marido, são elas que, de certa forma, emprestam seu prestígio a atletas que costumam ter fama de inconsequentes. “Elas são fundamentais na construção da imagem pública de seus maridos, seja pelo traquejo social que esbanjam ou simplesmente pelo talento para se manter longe de confusões”, diz o pesquisador esportivo Celso Unzelte. “Essa fluência social é essencial para os jogadores, porque hoje em dia eles não vivem só do futebol, mas de contratos publicitários.”

Descolada e dona de uma agenda privilegiada, Bia é uma figura festejada na alta sociedade paulistana e carioca. Formada em engenharia e com pós-graduação na França, ela costuma causar alvoroço com seus eventos, como o almoço organizado por ela, em fevereiro, em homenagem ao badalado Yehuda Berg, mestre de Madonna na cabala. Os convidados dividiram a mesa com Ashton Kutcher e Demi Moore, que estavam de passagem por aqui por causa da São Paulo Fashion Week. Ao contrário das marias chuteiras, Bia tem a capacidade essencial de manter a fleuma diante do vexame. O melhor exemplo aconteceu em 2008, quando Ronaldo foi flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro. Ela arrumou as malas e saiu de casa. Mas não soltou uma só palavra. No ano passado, deu nova demonstração de nobreza ao apoiar que o marido assumisse a paternidade de Alex, filho concebido durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002.

Caroline Celico, de 24 anos, também vive em sintonia com o marido, Kaká. Mãe e dona de casa por vocação, como ela costuma dizer, Caroline só deixa a rotina de cuidados com os filhos Luca, de 3 anos, e Isabella, de 3 meses, pelos estúdios musicais. Há um mês, Caroline lançou um DVD só com músicas religiosas. Shows e turnês, nem pensar. A prioridade são os filhos e a família, como sempre pregou o comportado Kaká, craque que afirma ter casado virgem. Filha de Rosângela Lyra, diretora da grife Dior no Brasil, e do empresário Celso Celico, Caroline vem de uma família de posses. “Os jogadores estão mais espertos em relação à fortuna deles e são bem assessorados pelos seus empresários”, diz o comentarista esportivo Mauro Betting. Casar com uma mulher bem-nascida diminui substancialmente as chances de golpe do baú. Roger Flores, atualmente no Cruzeiro, que o diga. Antes de conhecer a atriz Deborah Secco, com quem está casado desde 2009, o jogador namorou por dois anos a apresentadora Adriane Galisteu. Tanto Deborah quanto Adriane são exemplos de mulheres independentes e bem-sucedidas. Galisteu teria declarado, inclusive, que Roger seria sovina.

Casar com jogador famoso já foi sinônimo de vergonha no Brasil. Nas décadas de 1950 e 1960, os atletas eram associados à boemia. Estavam na mesma categoria dos sambistas. Iniciar um romance com um tipo desses era motivo de desespero para a família, como foi para a de Rachel Izar Neves. Filha de libaneses ricos, Rachel conheceu o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves em 1958, quando ele era o titular da Seleção. Ela se apaixonou, mas esbarrou na resistência do pai, que deixou a filha trancada em casa por seis meses. A solução – fugir – custou-lhe a exclusão do testamento do pai e um exílio familiar de dez anos. “Era muito difícil um pai aceitar que a filha casasse com um jogador”, diz o empresário Marcelo Izar Neves, filho do casal. “Hoje em dia, talvez a história fosse diferente.”

Hoje, o que era vergonha se transformou em orgulho. O exemplo mais notório é Barbara Berlusconi. Filha do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, ela (aparentemente) não teve problemas em casa por assumir seu romance com Alexandre Pato, atacante do Milan, o time do pai. O político tem mandado recado pelos filhos de que Pato “já é da família”. Pelo visto, em breve veremos um casamento com um pacto pré-nupcial daqueles. Difícil saber quem vai se proteger mais.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Futebol: o grande freio-de-mão para a evolução social do Brasil

O povo brasileiro talvez não saiba, mas tem uma má fama lá fora. Somos considerados integrantes de um povo bobo, infantilizado, que só que se divertir e coloca a diversão acima de qualquer coisa. os grandes eventos que estão para acontecer ao nosso país ajudam - e muito - a confirmar isso.



O futebol é inclusive a nossa marca registrada. Para os brasileiros, a importância do futebol vai muito além de uma forma de diversão: é a razão de ser do brasileiro. Como se o brasileiro não fosse considerado como tal sem o futebol. Para muitos, é essencial ter um time "do coração" é tão importante quanto ter um CPF ou um RG. Para muitos amar um time é mais importante do que amar as pessoas. Matam e morrem por causa de jogadores que não estão nem aí para seus fanáticos admiradores.



Ah, mas aí vão dizer: "Ah, mas é o que faz o nome do país se destacar lá fora". Sinceramente gostaria de saber que um país imenso como o nosso é valorizado por sua diversidade, por várias coisas que tem de bom e não por uma - apenas uma - "qualidade", ainda mais fútil como o futebol. Aliás, monopólios não combinam com um país tão diverso como o nosso. Diversificar deveria ser a palavra de ordem. Não dá para valorizar ou ser valorizado por uma coisa só.



A importância dada ao futebol é tanta que em tempos de copa, o citado esporte é confundido insistentemente com o sentimento de patriotismo. Chega-se a parar o país, largando serviços essenciais por causa de um joguinho que não leva a nada. Como se a conquista de um mero campeonato fosse mudar a vida de nosso país. Mudar? Só se for para pior.



E uma sucessão de absurdos aparece por causa desse culto infantil que é dado ao futebol. Os jogadores por exemplo. Eles são vistos como "heróis", excessivamente admirados, nunca são responsabilizados por uma derrota e se dão o luxo de viverem como magnatas sem terem sequer o primeiro grau completo.



Essa supervalorização desses inúteis "heróis" é um total desestímulo à educação num país onde intelectuais são considerados gente chata e o hábito de ler bons livros é desestimulado, tanto por pressão da mídia, como pelos caros preços dos livros.



Pelo jeito, correr atrás de uma bolinha e chutar para uma trave com rede é considerada a maior qualidade que um ser humano pode ter, pois a influência que os jogadores de futebol exercem para a sociedade brasileira é enorme.



E o seu enriquecimento fácil, que faz pular da classe E para a A sem escalas e sem pegar em um livro, acaba gerando uma versão aberrante - leia-se monstruosa - do novo-rico. Jogadores que compram mansões caríssimas na Europa para construírem miniaturas de uma favela dentro da cada uma e tocando as mesmas músicas horrorosas que estamos cansados de ouvir no rádio e ver na televisão. Isso junto com as gírias imbecis e dancinhas tolas.



E não adianta colocar jogadores de futebol para participarem de campanhas filantrópicas, de fazê-los criar Ongs de filantropia, etc.. Não é função de jogador de futebol. Isso é forçar a barra. Ao invés da sociedade admirar quem realmente luta pela melhoria social, como os intelectuais, prefere continuar cultuando os jogadores com aquele papo de "vejam, ele também ajuda as pessoas". Forçamento de barra que não vai ajudar em nada a evolução sócio-econômica e intelectual de nosso país.



Para tudo por causa de futebol



O povo brasileiro coloca o futebol acima de tudo. É incapaz de largar um jogo "importante" para fazer algo de útil. Qualquer coisa que não seja futebol é adiada em horário de jogo. Para a sociedade, dar atenção a analfabetos que enriquecem fazendo a única coisa que sabem fazer: correr atrás de uma bolinha e chutá-las ao gol.



Prestem bastante atenção no que eu disse: correr atrás de uma bola e chutá-la ao gol. O que isso tem de útil para o desenvolvimento do país. Ah, "traz felicidade". Mas não é só o futebol que "traz felicidade". Felicidade se consegue com benefícios concretos. Se alguém se acha feliz só por causa do futebol, com certeza é uma pessoa infeliz e tem um problema bem grave em sua vida que nunca consegue ser resolvido. Nesse caso, o futebol serve como narcótico, instrumento de "fuga".



O futebol seria válido se não fosse encarado com tanta seriedade. Mas infelizmente é. Influencia muito a vida das pessoas, quase como uma hipnose. Anestesia e hipnotiza de tal forma que fica quase impossível fugir. E quando alguém que está fora dessa hipnose tenta "acordar" os hipnotizados, este se irrita e xinga quem o "acordou".



Futebol é apenas um lazer, uma diversão. Foi criada para isso. Quando Charles Miller trouxe o futebol para o Brasil, ele não tinha a intenção de instalar um "símbolo pátrio" e sim uma - então - nova forma de diversão.



Povo que considera o futebol sua razão de ser e símbolo máximo do se país é um povo submisso, de baixíssima auto-estima, sem vontade de evoluir e totalmente infantil, já que coloca a satisfação de instintos como sinônimo de "qualidade de vida".



O problema não está no futebol. Futebol é legal. O problema está em colocar o futebol muito acima do que ele é. O problema é colocar o futebol como razão de ser do brasileiro, colocar acima de qualquer coisa.



Resta saber o que será do povo brasileiro quando o futebol for extinto um dia.