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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fortaleza Esporte Clube pode perder seu ônibus

OBS: Time mal administrado é isso aí. Dividas que só se acumulam.

O curioso é que o tal ônibus é da Busscar, também atolada em dívidas e ainda sem perspectivas de recuperação.

Torcemos para que ambos consigam se recuperar.

Fortaleza Esporte Clube pode perder seu ônibus

Postado por Fortalbus às 00:36 - com fonte do Diário do Nordeste



A diretoria do Leão tem o prazo de 48 horas para saldar uma dívida com jogador que passou pelo Pici em 2007.

Procurando se reerguer da eliminação no Campeonato Cearense, o Fortaleza enfrenta muitos obstáculos, fora de campo. Diariamente, seus advogados têm agido rápido para resolver pendências judiciais que restaram de administrações anteriores.

Assim é que ontem pela manhã, surgiu mais uma causa trabalhista já ganha pelo reclamante. Um oficial de Justiça foi ao Pici, a mando do Tribunal Regional do Trabalho com um mandado de penhora, avaliação e remoção do ônibus do Tricolor. A questão judicial foi ganha pelo ex-jogador do clube, Anderson Luís de Brito. Segundo o pessoal do Tricolor, Anderson jogou no Leão em 2007.

Uma fonte do Tribunal Regional do Trabalho informou que a Justiça fez uma pesquisa entre as finanças do Leão, não encontrou dinheiro em caixa e foi atrás de bens. Dois ônibus foram arrolados para que se pague a dívida de R$ 86 mil.

O advogado do Fortaleza, Daniel de Paula Pessoa, informou ontem que não houve a penhora do ônibus, no caso, o mais novo. "Eu não sou o advogado da questão propriamente dita, mas sim o nosso ex-presidente Jorge Mota. Só vi o documento do oficial de Justiça. Mas, o que houve é que a Justiça manda colocar o ônibus como garantia da dívida. Não houve a lavratura de penhora. O ônibus está intransferível no Detran e o Fortaleza tem 48 horas para pagar o débito ao jogador autor da ação", explicou Daniel de Paula Pessoa.

Saiba mais

O ônibus atual do Fortaleza, que recebeu novos adesivos com as cores do clube, foi adquirido em 2005. Chegou seminovo no Leão e serviu para o transporte dos atletas em jogos no interior e treinos fora do Pici. Na época, teve as prestações assumidas pelo conselho deliberativo e custou ao clube R$ 490 mil

Em 2010, o ônibus ficou mais tempo em oficinas do que no Pici, porque tinha problemas de suspensão e os dirigentes não puderam arcar com as despesas. Agora, quando saiu da oficina, caiu nas mãos da Justiça.

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