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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Jogador brasileiro tem conta de site encerrada após defender - pacificamente - os palestinos

OBS: A causa palestina ainda é muito mal compreendida no Brasil. Aqui os palestinos são vistos como vilões, por causa da fama de terroristas (que na verdade são uma minoria, acreditem - palestinos e muçulmanos são da paz) e por isso a defesa desse povo é entendida como estímulo à violência, o que é um absurdo. Como pode um povo inteiro pagar por algo feito por uma minoria?

Jogadores de futebol costumam ser despolitizados, alienados até. Em sua maioria, seguem o sistema como carneirinhos e defendem ideias conservadoras e, quando muito, se aliam a partidos de esquerda para não fazerem absolutamente bulhufas. Mas existem exceções.

O meu xará Marcelo Vieira, postou em seu perfil no suspeito site de relacionamentos Facebook, uma foto e uma mensagem de apoio ao povo palestino. Foi o suficiente para seu perfil ter sido deletado - possivelmente a pedido do Real Madrid e cortado da "seleção" (aquele ícone mais-do-que-idolatrado que pertence a Rede Globo), talvez por esse motivo.

Fica o nosso apoio ao meu xará e agradecê-lo pela nobre atitude de lembrar de u povo sofrido que não sabe o que é viver com tranquilidade e que ainda é discriminada pelo mundo afora. Vieira tocou num assunto que quase não é mencionado em nosso país, ou por desinteresse ou por simples aversão - preconceituosa - aos palestinos.

Valeu, Marcelo Vieira. Você mostrou seu diferencial. enfim um jogador de futebol que não quer ficar de fora da realidade. E valeu Tsavkko. Se não fosse a sua nota, nem estaríamos sabendo disto.

CBF e o.... Sionismo?

Por Raphael Tsavkko - Blog do Tsavkko - The Angry Brazilian

Marcelo Vieira é lateral-esquerdo do Real Madrid (time conhecido por sua torcida fascista e por ter sido time do coração de Francisco Franco) e, até ontem, era dado como certo para disputar a Copa América e para os amistosos contra a Romênia e Holanda no começo do próximo mês.

O corte na seleção seria algo normal se o jogador não tivesse se envolvido em uma polêmica recentemente por apoiar a causa palestina.

No dia 15 de maio, dia da Nakba, ou Grande Catástrofe, a criação oficial do Estado Nazi-Sionista de Israel, Marcelo postou em seu facebook uma foto de um lutador palestino com a frase "My heart with Palestinian now as they fighting with Israel” ["Meu coração está com os palestinos em sua luta contra Israel", em tradução literal]. Foi o suficiente para que o facebook DELETASSE o perfil de Marcelo Vieira depois de pressão de Sionistas.

Dois dias depois, o inesperado aconteceu. A página oficial do Marcelo Vieira Facebook foi encerrada. O site oficial do Real Madrid havia mencionado que a administração do Facebook recebeu pedidos de israelenses para encerrar a página como ela estava, por incitar à violência contra Israel (sic), apoiando a Intifada Palestina. (Tradução do Google, revisada por Marcelo Pereira)

Interessante é a ausência total de repercussão do caso no Brasil, assim como em blogs pelo mundo. O jornal israelense YNET divulgou o caso (em hebraico, e aqui uma tradução) e alguns poucos blogs repercutiram.

O primeiro absurdo do caso é o fato do facebook deletar a conta de um usuário por este manifestar solidariedade ao povo palestino. Que direito tem o facebook de deletar a conta de alguém, sem aviso, por defender uma causa política legítima? Não é a primeira vez que o Facebook deleta contas de militantes políticos ligados à causa palestina ou mesmo à causa basca, movimentos sociais, de esquerda e etc.

O segundo absurdo vem da CBF e do curioso corte do jogador logo depois de suas declarações. Será mera coincidência? Ou o mais puro Nazi-Sionismo tomando conta?

Uma página foi criada no facebook em homenagem ao jogador e centenas de pessoas estão postando mensagens de apoio e agradecimento pela sua clara defesa da Causa Palestina.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A desconfiança sobre a Copa e as Olímpiadas no Brasil

OBS: Essa copa e a olimpíada foram criadas para enganar a população e lucrar muito com isso. O povo, fanático por futebol, que prefere morrer do que deixar de curtir esse modorrento esporte, quer a realização de qualquer maneira dos eventos, como meio de consagrar o seu vício e manter a alienação de nossa sociedade, que acha que diversão é melhor do que bem-estar.

Não sei quando a sociedade brasileira irá amadurecer e abandonar essa gigantesca chupeta chamada "futebol". Vamos acordar, gente, contos de fada não existem! 11 analfabetos milionários não vão fazer nada para melhorar o país! e essa copa é para enriquecer autoridades e empresários. Além disso, os empregos gerados são temporários: acabou a copa, acabou o emprego.

Interessante, que mesmo despreparado, o Brasil ainda insiste em organizar esses eventos, numa prova de que a diversão é muito mais importante que a qualidade de vida, a ponto de acharem que a segunda depende sempre da primeira.

País burro e de baixa auto-estima só pode continuar no subdesenvolvimento, camuflado por totens faraônicos, construídos apenas para maquiar as cidades.

A desconfiança sobre a Copa e as Olímpiadas no Brasil

Enviado por luisnassif, qua, 11/05/2011 - 11:31 - Por Esquiber - Da Folha.com

ESPN americana chama Copa-2014 e Rio-2016 de 'Jogos Mortais'

O site da "ESPN" dos Estados Unidos criticou a cidade do Rio de Janeiro e a preparação brasileira para organizar a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016, em artigo assinado por Wright Tompson, no site Espn.com.

Reprodução da página sobre reportagem sobre os "Jogos Mortais" no site da ESPN americana

O texto intitulado "Deadly Games" (Jogos Mortais, em tradução livre do inglês) compara a forma como o Rio se vendeu na candidatura para sediar ambas competições e o que chama de "a vida real" carioca, que teria escondido os problemas da cidade.

Em alguns trechos, há descrições de ações policiais nos morros cariocas, faz uma comparação do Bope com os Seals (força especial americana, que entre outros, foi responsável por matar Osama Bin Laden) e conta como é feito o combate à violência e às organizações criminosas na cidade. E diz que esses fatos não foram expostos na época das candidaturas, quando "a palavra 'favela' não aparecia" no relatório.

Na edição de fotos do artigo, a ESPN exibe pontos turísticos apenas no início, com imagens da praia de Copacabana no dia em que a cidade foi escolhida como sede dos Jogos de 2016, e no fim, com o Cristo Redentor e o Maracanã ao fundo.

Durante o restante do texto, apenas fotos relacionadas com a violência na cidade: ações policiais nos morros --como o dos Macacos, com um helicóptero derrubado--, as favelas que existem ao redor do Maracanã, um membro do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) em uma ocupação e a guerra contra o tráfico.

A ESPN também levanta alguns números, como o de assassinatos no Rio, e os compara com a realidade americana.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vladir Lemos: a bola está com Dilma

OBS: Já deu para perceber que, apesar de homem, Lula é muito mais sentimental que Dilma. O Lulinha Paz e Amor fez questão de apoiar a realização desses eventos sem ter observado as condições para a realização dos mesmos, que exigem uma infra-estrutura monstruosa que o país não possui.

Se não conseguimos resolver os problemas corriqueiros de nosso dia a dia, que dirá resolver a infra-estrutura para esses eventos,? A realização deles foi um gigantesco sinal de imaturidade de nossas autoridades, que preferem esperar pela suposta ajuda divina para que tudo se conclua a tempo.

Pelo menos, com a firmeza aparente de Dilma, os Cartolas talvez não devam ser tão favorecidos como pensam. O que já é alguma coisa.

A bola está com a Dilma

Por Vladir Lemos - ESPN Brasil

Em matéria de política as notícias não têm sido nada alvissareiras. Em caso de dúvida dê um passeio pelas páginas que tratam do assunto e tire as suas próprias conclusões. Tão desoladoras quanto elas têm sido os fatos envolvendo o futebol e a política. Na era Lula os nossos dirigentes nadaram de braçada e ganharam motivos de sobra para espantar os fantasmas outrora saídos de uma CPI que acabou esvaziada mas que serviu para expor os horrores escondidos no ventre do futebol nacional.

Entre as tantas ajudas dadas pelo ex-presidente aos cartolas está, inclusive, a assinatura de uma medida provisória autorizando o Corinthians a fazer parte da loteria batizada de Timemania mesmo depois do clube ter perdido o prazo de inscrição. Foi por isso que dias atrás o título de uma matéria que encontrei na internet me chamou a atenção.

O título dizia: "Estilo Dilma contrasta com "boleiragem" de Lula e já vira obstáculo para cartolas". O texto afirmava que os envolvidos com a Copa de 2014 eram os mais atingidos por essa mudança de estilo. Afirmava ainda que "o tom agora" era " mais de cobrança do que ajuda incondicional". É pouco eu sei. Mas talvez se trate da melhor notícia envolvendo futebol e política que eu li nos últimos tempos. Uma pena se tratar mais de uma versão do que, provavelmente, de um fato.

Eu estava no Palácio do Planalto em 2008 quando Lula recebeu os primeiros brasileiros campeões do mundo em um evento para celebrar os cinquenta anos do feito. Durante quase uma hora Lula costurou os principais momentos daquela conquista, com suas impressões pessoais e amarrou todas essas coisas com elogios individuais, sem deixar um deles sequer sem uma citação entusiasmada. Tudo com cara de improviso. Lance de mestre.

Na ocasião prometeu a todos uma aposentadoria que ainda não veio, e nem sei se deveria. O que eu sei é que promessa é promessa e não se deve fazer sem a certeza de poder cumprir. E isso nada tem a ver com religião, hein? Lula conquistou todos ali, estava claro no rosto de cada um, fossem eles jogadores ou não.

A oportunidade de acompanhar o ex-presidente de perto ao longo dos seus mandatos não tive, mas não creio cometer pecado se disser que naquele momento o seu discurso "boleiro" atingiu o auge. Em razão desse histórico de cumplicidade entre a nossa maior autoridade e os nossos dirigentes é que dar de cara com um título desses renovou em mim alguma esperança. Poder imaginar os nossos cartolas receosos de levar uma virada me alegra.

Dilma pode até não marcar o gol, mas o simples fato de deixar claro quem está com a bola já me faz levantar entusiasmado na arquibancada. E digo mais, não resta dúvida de que a trama que trouxe a Copa de 2014 para o Brasil é o resultado mais palpável dessa relação que se estabeleceu entre o poder executivo e os poderosos do mundo da bola. Eles têm muito em comum. Não deve ser por acaso que dos vinte e sete partidos em atividade no Brasil dez deles são presididos pelas mesmas pessoas há mais de uma década, alguns há mais de duas.

Só um louco para não levar em conta que na hora da festa todos os envolvidos farão questão de receber de volta as ajudas e os louros por terem jogado na defesa de tão custoso e problemático espetáculo. Dilma, ao tratar o assunto com o tom gerencial que ele exige, dá pistas de que poderá se revelar um tipo de jogadora que Lula não foi.

Melhor que isso só mesmo se fosse possível trocar as nossas eleições presidenciais de ano. Do contrário, teremos eternamente que lidar com essa realidade perversa que coloca no mesmo calendário a Copa e as eleições. Futebol e política quanto mais distantes melhor. Não para eles, claro, mas para nós.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fanatismo futebolístico é maior no Rio do que em Salvador

Morei em Salvador durante muitos anos e em 2008 voltei a Niterói, onde passei a maior parte de minha vida. Pude observar uma coisa a respeito de como os torcedores de futebol se comportam: o fanatismo na Região metropolitana do Rio de Janeiro é maior do que em Salvador. Isso apesar do fato de que no RJ, o número de pessoas melhor instruídas e/ou cultas seja maior.

E isso é que torna estranha essa constatação. Porque é de se esperar que o fanatismo seja maior nas classes menos intelectualizadas. Mas descartem a hipótese de que torcer para um time é coisa de intelectual. O possível motivo do fanatismo ser maior no RJ passa longe da utilização da massa encefálica, sempre inativa em momentos futebolísticos.

Acredito que seja por causa da fama, de projeção nacional, que os 4 times mais conhecidos do Rio (Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo) e do bom êxito em campeonatos é que faça com que o fanatismo seja maior. Não que os soteropolitanos não sejam fanáticos. O fanatismo futebolístico existe em todos os estados. Não há um que se isente disso.

Mas no Rio, parece que gostar de futebol é motivo de orgulho. É mais evidenciado. Faz a pessoa se sentir incluída socialmente, privilegiada. E aí da-lhe gente com camiseta do time em dias de jogos, produtos bestas com o logo do time nas lojas e a quase exclusividade do futebol no assunto da machistada. Fora que no RJ, o número de mulheres que dizem gostar de futebol seja maior. Tadinhas, estão com medo de serem trocadas por um analfabeto jogador de futebol.

No RJ noto que há mais gritaria durante os jogos que em Salvador. Gritarias histéricas, que lembram grunhir de animais selvagens no cio. Coisa de troglodita, mesmo. E o pior que os infelizes se acham no direito de ter mulher.

E isso tudo está de fato dissociado a boa escolaridade do habitante do RJ. O futebol não é uma atividade intelectual e até desincentiva a utilização cerebral, num fanatismo que cega e cria conceitos absurdos, além de consagrar a vitória profissional pela dispensa do estudo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Informações desencontradas sobre o que vão fazer com o Caio Martins

A novela do Caio Martins está bem longe de acabar. E o roteiro dos próximos capítulos ainda nem foi definido. Lendo apenas o caderno de Niterói de O Globo, do último domingo, nós que moramos em Niterói e eu mais ainda, pois moro nas proximidades do estádio, ficamos à deriva.

Não se sabe realmente o que farão com o Caio Martins, importante polo de lazer da cidade. Domingo, mesmo dia em que saiu o jornal, o ginásio anexo estava recebendo o cantor Lulu Santos para um show. O que dá uma ideia da importância do complexo para a vida niteroiense.

Uns dizem que o Caio Martins será demolido por completo para dar lugar a condomínios - e esse seria o interesse do Governador Sérgio Cabral, já que o Governo é dono do terreno - outros dizem que é para dar lugar a um shopping. Outras versões falam em demolição parcial, outras em reforma. Outras falam em cortar o Caio para dar fluxo a Rua Nóbrega. Outras falam em ampliar o Caio Martins derrubando algumas casas.

Ninguém sabe realmente o que será feito. O que se sabe é que perde a população em não participar dessa discussão que poderá lhe tirar um dos mais importantes polos de lazer da cidade. Eu referia que reformassem o complexo, modernizando as instalações e criando um pequeno comércio - de produtos variados, não só esportivos - em anexo.

Normalmente a população é que fica com a pior, mesmo tendo votado naqueles que deveriam ter a missão de decidir por elas, mas que decidem por eles mesmos.

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ATUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO: Como o texto acima já foi digitado em outra data, tenho a obrigação de relatar novidades sobre o assunto. A tal reunião já aconteceu e pelo que sei ficou decidido que o Caio Martins continuará com a sua função original, mas será reformado para que possa ser utilizado nas Olimpíadas de 2016. Não é legal? Competições internacionais bem pertinho de minha cada! Finalmente o bom senso venceu e o patrimônio de Niterói está mantido.

terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Fortaleza Esporte Clube pode perder seu ônibus

OBS: Time mal administrado é isso aí. Dividas que só se acumulam.

O curioso é que o tal ônibus é da Busscar, também atolada em dívidas e ainda sem perspectivas de recuperação.

Torcemos para que ambos consigam se recuperar.

Fortaleza Esporte Clube pode perder seu ônibus

Postado por Fortalbus às 00:36 - com fonte do Diário do Nordeste



A diretoria do Leão tem o prazo de 48 horas para saldar uma dívida com jogador que passou pelo Pici em 2007.

Procurando se reerguer da eliminação no Campeonato Cearense, o Fortaleza enfrenta muitos obstáculos, fora de campo. Diariamente, seus advogados têm agido rápido para resolver pendências judiciais que restaram de administrações anteriores.

Assim é que ontem pela manhã, surgiu mais uma causa trabalhista já ganha pelo reclamante. Um oficial de Justiça foi ao Pici, a mando do Tribunal Regional do Trabalho com um mandado de penhora, avaliação e remoção do ônibus do Tricolor. A questão judicial foi ganha pelo ex-jogador do clube, Anderson Luís de Brito. Segundo o pessoal do Tricolor, Anderson jogou no Leão em 2007.

Uma fonte do Tribunal Regional do Trabalho informou que a Justiça fez uma pesquisa entre as finanças do Leão, não encontrou dinheiro em caixa e foi atrás de bens. Dois ônibus foram arrolados para que se pague a dívida de R$ 86 mil.

O advogado do Fortaleza, Daniel de Paula Pessoa, informou ontem que não houve a penhora do ônibus, no caso, o mais novo. "Eu não sou o advogado da questão propriamente dita, mas sim o nosso ex-presidente Jorge Mota. Só vi o documento do oficial de Justiça. Mas, o que houve é que a Justiça manda colocar o ônibus como garantia da dívida. Não houve a lavratura de penhora. O ônibus está intransferível no Detran e o Fortaleza tem 48 horas para pagar o débito ao jogador autor da ação", explicou Daniel de Paula Pessoa.

Saiba mais

O ônibus atual do Fortaleza, que recebeu novos adesivos com as cores do clube, foi adquirido em 2005. Chegou seminovo no Leão e serviu para o transporte dos atletas em jogos no interior e treinos fora do Pici. Na época, teve as prestações assumidas pelo conselho deliberativo e custou ao clube R$ 490 mil

Em 2010, o ônibus ficou mais tempo em oficinas do que no Pici, porque tinha problemas de suspensão e os dirigentes não puderam arcar com as despesas. Agora, quando saiu da oficina, caiu nas mãos da Justiça.