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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A mídia e o futebol, por Marcelo Pereira

Nesta época de copa é bom tomarmos cuidado, pois toda a burguesia, através de propagandas, artistas famosos e muita lavegem cerebral, vai tentar impor ao brasileiro o fanatismo pelo futebol.

Falo um pouco a respeito, neste vídeo sem imagem em movimento, apenas com a minha voz. É um texto introdutório, apenas para reflexão.

Futebol é válido, sim. mas apenas como diversão. Tratar o futebol nas copas como dever cívico já é sinal de que já atingiu níveis alienantes. nada mais anti-patriótico do que achar que uma vitória na copa vai salvar o país. Vai salvar quem está envolvido, isso sim, incluído ricaços como os jogadores e os empresários patrocinadores e dos meios de comunicação.

Ser patriota é deixar de ser tolo. É deixar de acreditar em quem nos ilude e nos manipula.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Jogador estrangeiro é bem diferente...



Petkovic, o craque sérvio que vem alegrando a torcida no futebol brasileiro deu uma declaração que pode soar meio amarga nos ouvidos do PiG, mas admirável para quem tem conscientização política. No programa da Ana Maria Braga, ele disse que ele, sua família e seu povo viviam em melhor situação quando o país dele era socialista.

E a alienada população achando que a queda do Muro de Berlin era sinônimo de liberdade e prosperidade.Claro que o antigo socialismo não era perfeito, já que as ideias lançadas por Karl Marx em seu livro O Capital, que eu tive a felicidade de ler, nunca foram postas em prática em nação nenhuma.A declaração de Petkovic mostra que tem gente que realmente tem a cabeça no lugar no futebol.

Futebol pode até estimular a alienação, mas nem todos os torcedores e jogadores são alienados. Desde que se saiba o que é realmente o Futebol, tudo é válido.E não adianta cantar o medonho "funk" do Pet. Não há nada mais capitalista que o "funk" carioca, não é, MC Leonardo?


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Quarta-feira de Cinzas

É meia noite. O carnaval se dá por encerrado. Um folião comenta:

- Bom, a diversão acabou, é meia-noite. Eu, que estou vestido de príncipe vou voltar a ser um maltrapilho. Meu primo, que dirigia o seu carro, vai virar uma ratazana. Seu veículo vai virar abóbora e esta gata aqui do meu lado vai virar uma mocréia pra lá de feia. É só eu dar um pulinho e o encanto acaba.

O folião dá um salto e um pequeno clarão acontece, acompanhado do som de "puff!". Ele comenta:

- Gozado... Continuo com a fantasia de príncipe, meu primo ainda está lá, o carro ainda é carro e esta gata ao meu lado continua a maior gata. Nada mudou?

O folião senta alguém cutucando o seu ombro. Ele se vira e fala:

- Pois não?

Recebe um violento soco na cara. Quem deu o soco fala:

- Olha aqui, seu palerma! Para de mexer com a minha mulé, viu? Vumbora, safada!

Era o marido da tal gata. A esperança afetiva é que virou abóbora.